quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ 2011 !!!!!








Olá pessoal , quero desejar a todos um ótimo ano de 2011, que nesse ano todos realizem seus sonhos, e que o mundo possa realmente cultivar um pouco mais a vida, seja ela qual for, animal , vegetal , humana, que nos respeite-mos mais, que as pessoas se conscientizem mais sobre a importância da natureza no mundo.



E MAIS UMA VEZ, OBRIGADO POR ACESSAREM ESSE BLOG, QUE É FEITO REALMENTE PARA VOCÊS, OBRIGADO POR ME LIGAREM PARA TIRAREM AS SUAS DUVIDAS E MANDAREM EMAIL.



OBRIGADO PESSOAL, E UM GRANDE ABRAÇO A TODOS, NESSE QUE BATI MEU RECORDE PESSOAL DE PUBLICAÇÕES NO BLOG, GRAÇAS A VOCÊS.



UM ÓTIMO 2011 A TODOS !!!!

LILÁS.

















Nome Científico: Syringa vulgaris
Nome Popular: Lilás, Lilás-comum
Família: Oleaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa e Ásia
Ciclo de Vida: Perene

O lilás é um arbusto lenhoso e decíduo, cultivado no mundo todo por suas flores bonitas e muito perfumadas. Seu porte é grande, alcançando de 3 a 7 metros de altura, sendo considerado por vezes uma arvoreta. O caule é ramificado, com casca marrom-acinzentada e lisa nos exemplares jovens ou sulcada e descamante nos mais velhos. Das raízes de exemplares adultos podem surgir bortações à distância, formando pequenos bosques ao longo de muitos anos. As folhas são simples, opostas, ovais a cordiformes e de cor verde. As inflorescências surgem na primavera e são do tipo panícula, muito vistosas, com numerosas flores de fragrância única, de cor lilás ou branca, de acordo com a variedade. O fruto é seco e do tipo cápsula, com duas sementes aladas.

No paisagismo o lilás é bastante versátil, acrescentando romantismo, delicadeza e perfume ao jardim. Torna-se uma bela arvoreta quando podado de forma a ficar com caule único, assim, o lilás pode ser utilizado isolado ou em grupos. Deixado em sua forma arbustiva presta-se para a formação de maciços e cercas-vivas informais. As podas anuais devem ser leves e realizadas sempre após a floração. Este manejo é importante, porque podas drásticas ou fora de época prejudicam o florescimento subseqüente, pois a planta forma suas inflorescências a partir dos ramos formados na temporada anterior.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, de pH neutro ou levemente alcalino, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Necessita de frio durante o inverno para que floresça satisfatoriamente, por este motivo é indicado apenas para regiões com clima temperado e subtropical. Tolerante a curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por sementes, estaquia, alporquia e enxertia dos ramos.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/syringa_vulgaris.php

Palmeira - Real.





Nome Científico: Archontophoenix cunninghamii
Sinonímia: Loroma amethystina, Ptychosperma cunninghamiana, Seaforthia elegans, Archontophoenix cunninghamiana
Nome Popular: Palmeira-real, Palmeira-real-australiana, Palmeira-seafórtia, Seafórtia, Palmeira-australiana, Palmeira-real-da-austrália
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Austrália
Ciclo de Vida: Perene


A palmeira-real é uma espécie australiana bastante difundida no Brasil, principalmente por suas qualidades ornamentais. De porte elegante, seu estipe geralmente é único, anelado e alcança de 15 a 20 metros de altura e até 20 cm de diâmetro. As folhas são pinadas, longas, com ráquis curvada e folíolos lanceolados, rígidos, acuminados e verdes. O palmito é longo e visível, recoberto pelas bainhas foliares, de cor verde clara. A inflorescência surge logo abaixo do palmito e tem cerca de 1 m de comprimento. Ela é do tipo espádice, pendente, divida em numerosas espigas com ramificações fortes e uma espata esverdeada que se desprende da planta com o amadurecimento das flores. As flores são brancas a violáceas e atraem abelhas, principalmente arapuás. Os frutos são drupas esféricas e vermelhas, atrativas para os passarinhos.

Esta palmeira é amplamente utilizada no paisagismo urbano nas grandes cidades brasileiras. Da mesma forma que outras palmeiras, a seafórtia confere uma beleza tropical a qualquer jardim ou parque, com a diferença de que cresce muito mais rápido se comparada a outras espécies. Pode ser utilizada isolada, em renques ou em grupos. Quando plantadas bem juntas em duplas ou trios, obtém-se um efeito interessante e escultural, pois as palmeiras ficam ligeiramente curvas. Atualmente, esta palmeira vem sendo cultivada também para a produção de palmito, com excelente produtividade e qualidade. Devido à facilidade de propagação, pode tornar-se invasiva nos locais onde é introduzida.

Deve ser cultivada preferencialmente sob meia-sombra quando jovem e sol pleno quando adulta. O solo deve ser fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente para um rápido desenvolvimento. Tolera qualquer tipo de solo. Essa palmeira gosta de calor e umidade das regiões litorâneas e tropicais, sendo uma boa opção para ornamentação na praia. É bastante rústica e resistente ao frio e geadas podendo ser conduzida em regiões serranas também. Entre as palmeiras, é uma espécie de baixa tolerância ao transplante quando adulta. O


FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/archontophoenix_cunninghamii.php

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal a Todos !!





Olá, blogueiros, quero desejar um Feliz Natal a todos, que tenham muita paz e muito amor em seus corações que seja um dia iluminado na vida de todos, e que não se esqueçam do verdadeiro significado do Natal.


Obrigado a todos por terem acessado esse blog ao longo de todo esse ano, obrigado as pessoas que me ligaram perguntando algo sobre as plantas , e também que me mandaram email, tenho um enorme orgulho de pode ajudar a todos que me procurarão.



Obrigado a todos e um Excelente Natal.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Você Sabe cuidar da sua Rosa do Deserto?














Aqui vão algumas dicas para que ela esteja sempre bonita:




A Rosa do Deserto é uma planta domestiscada cujo nome científico é Ademium obesum, ela necessita de polinização manual para sua reprodução, ou então adotar o método de mudas.


Modo de Cuidar:


A planta gosta de clima quente, seco e sol (a rosa precisa de muito sol para florecer);


Mantenha a areia ou a terra sempre úmida, porém sem encharcar (não é necessario regar todos os dias, somente quando a areia ou a terra em cima do vaso secar, não encharque mas regue regularmente, uma vez a cada três dias é o necessário);


É importante não deixar a água acumular em baixo do vaso. Adubar a planta a cada dois meses ( qualquer adubo orgânico para flores).




Preparação do Vaso:


No novo vaso, ( não tão maior que o atual, os vasos tem que ser trocados, porém o tamanho não pode ser muito diferente , deve-se aumentar o tamanho gradativamente). Coloque no fundo pedras, coloque uma manta de bedim para que as raizes não cheguem a sair do vaso, dai cubra com um pouco de areia, depois ponha humus de minhoca e plante a rosa com uma mistura de areia grossa e terra enchendo até a borda. (OBS pode ser 2/3 de areia grossa com 1/3 de substrato misturado).


Geralmente troca de vaso durante á primavera ou verão ou seja final de setembro até fevereiro.




Caracteristica:


Herbácea perene, suculenta de pleno sol ou meia- sombra. Prefere clima quente e seco. Deve ser utilizada isoladamente ou em grupos sobre solo arenoso ou rochoso.

Uma dica pessoa entre no site :http://www.rosadodesertobrasil.com.br/ , você encontrará muitas informações sobre essa planta.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Corações-emaranhados ou Ceropegia woodii.




Nome Científico: Ceropegia woodii
Sinonímia: Ceropegia linearis subsp. linearis, Ceropegia linearis subsp. woodii, Ceropegia barbertonensis, Ceropegia euryacme, Ceropegia schoenlandii
Nome Popular: Corações-emaranhados
Família: Asclepiadaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
Ciclo de Vida: Perene


É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.

Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores. A manutenção desta suculenta se limita às regas e adubações mensais na primavera e verão.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa (sombra), em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não tolera o encharcamento, mas é capaz de passar por um período seco. As regas devem ser reduzidas no inverno, pois a planta entra em dormência. Aprecia o calor. Multiplica-se por estaquia, por mergulhia dos pequenos tubérculos produzidos na base das folhas e por sementes.




Fonte:



Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/ceropegia_woodii.php

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mandevila ou Mandevilla sanderis.



Espécie hibrida, apresenta flores grandes de cor rosa intenso e miolo amarelado durante quase todo o ano, as flores exalam um perfume semelhante ao tutti fruti, os ramos podem atingir até 6M de comprimento, mas ela não é uma espécie agressiva. É indicada para ser conduzida em treliças, arquinhos e cercas. Gosta de sol pleno, e também se adapta bem em locais que tem bastante vento, o solo deve ser mantido úmido. Reproduze-se por estaquia.
Fonte: Paisagismo para Pequenos Espaços, Ano; 2010, Editora;Europa.

Ambientes Inspiradores.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Atiora ou (Hatiora salicornioides)



Este Cacto arbustivo de até 1M de altura apresenta, na ponta de cada um dos ramos, pequenas flores amarelas e alaranjadas. Elas medem até 2cm de comprimento e surgem durante toda a primavera e meados do verão. No jardim ou em vaso, a atiora é otima para decorar locais bem iluminados, mas sempre protegida do sol direto. Originária da Mata Atlântica da região Sudeste e parte da região Sul do Brasil, a espécie é característica de clima tropical e úmido e gosta de solo fértil e bem drenado. As regas podem ser espaçadas, uma vez por semana no verão e uma vez a cada 15 dias no inverno. Multipica -se por sementes ou por estaquia dos segmentos.


Fonte: Paisagismo para pequenos espaços, Ano; 2010 , Pag: 105.

Onze - Horas(Portulaca oleracea)




Espécie com ramagem densa e avermelhada, composta por pequenas folhas carnosas e ovaladas. As flore, que despontam principalmente no verão, podem ser amareladas, vermelhas ou brancas.É cultivada em vasos e floreiras, ou a forma de forração, a sol pleno. Essa planta também é comestível. Suculenta herbácea de ciclho anual, prostrada, de até 20cm de altura, nativa inicialmente da Europa e hoje praticamente cosmopolita, característica tanto de clima tropical como subtropical. O Solo pode ser arenoso, acrescido de matéria orgânica e ragado a intervalos. A repdrodução é por sementes ou por estaquia.

Fonte:Paisagismo para Pequenos Espaços, Ano;2010, Pag;101.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Mike Taison.




Ola,amigos infelizmente paro um pouco de publicar sobre as plantas para falar de uma nota triste em minha vida, acabo de perder um dos meu melhores amigos, meu cachorro Mike Taison, infelizmente ele morreu de Cancer.
Taison va com Deus meu amigo e se junte a Lessi, Dara, Laica , Duda.

Que Deus o Abenções , estarei sempre com vc aqui no meu Coração.

Abacaxi-Vermelho ou (Ananas bracteatus var.striatus)




Planta de Grande valor ornamental, com folhas longas e estreitas, verdes com listras esbranquiçadas nas bordas e nuances avermelhadas na parte mais central da roseta. A influtescência é comestível, mas muito ácida. Pode ser cultivada em vasos, compondo maçicos ou como bordadura em forma de uma cerca viva defensiva, devido aos espinhos agressivos nas bordas das folhas. Aprecia sol pleno. Herbácea perene, terrestre, com até 80cm de altura. Nativa da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, típica de clima subtropical, tolerante ao clima tropical. O solo pode ser arenoso, acrescido de matéria orgânica e regado quando estiver seco. A reprodução é por sementes, pelos brotos que se formam na parte superior da infrutescência, ou por divisão de touceiras.

FONTE:Paisagismo para pequenos espaços, Pag;108, Ano;2010, Editora Europa.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Plantas que curam.



SAÚDE! entrevistou alguns dos mais renomados pesquisadores brasileiros para esclarecer, de vez, como recorrer às propriedades da nossa flora sem correr riscos
Por Adriana Toledo | Design Eder Redder | Fotos Dercílio

“A flora nacional concentra a maior biodiversidade do mundo. São 55 mil espécies catalogadas, o correspondente a 20% do total distribuído pelo planeta”, dispara o médico Roberto Boorhem, presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia. Esse tesouro natural é uma oportunidade de avançar na descoberta de novos tratamentos médicos, desde que utilizado com critério científico.

Antes de tudo, apague a crença de que tudo que é natural não faz mal. “As plantas necessitam de recursos químicos para se defender, como alguns alcaloides, que, por serem amargos e tóxicos, afastam predadores, ou óleos essenciais, que atraem aves para a polinização”, exemplifica a farmacêutica Ivana Suffredini, da Universidade Paulista, na capital. “Assim como algumas dessas substâncias podem atuar positivamente no organismo humano, outras provocam sérios danos”, alerta.

Outra confusão que precisa ser desfeita é usar os termos plantas medicinais e fitoterápicos como sinônimos. “Fitoterápicos são remédios, que passam por uma rigorosa avaliação de segurança e eficácia em seres humanos, com uma concentração de ativos padronizada, o que nem sempre ocorre com as folhas para o preparo de chás”, diferencia a geriatra especializada em fitomedicina Rita Ferrari, de São Paulo.

Não quer dizer que a população tenha de abandonar as infusões, respeitando-se algumas medidas de cautela. Com o respaldo de investigações sérias e de anos de uso popular registrados, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma lista de 66 espécies eficazes, com suas respectivas indicações de uso. As plantas mencionadas nesta reportagem aparecem nessa relação e são rotuladas como drogas vegetais. “Esses chás devem ser consumidos somente para alívio de sintomas agudos, sem ultrapassar 30 dias. A utilização prolongada exige o acompanhamento de um médico ou nutricionista”, esclarece Boorhem.

A procedência da planta também requer total atenção. “Algumas espécies são muito semelhantes e facilmente confundidas, o que é perigoso”, justifica Ivana. Você só deve adquirir o produto de farmácias ou casas de ervas idôneas. “A Anvisa já tem uma proposta para regulamentar a venda dessas drogas vegetais”, afirma Douglas Duarte, coordenador de assuntos regulatórios da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais. “Elas deverão ser comercializadas em embalagens que estampem especificações como alegação terapêutica e orientação de consumo.” O selo do Ministério da Saúde, portanto, será, em breve, mais uma garantia para o consumidor.

Passiflora
Famosa por seu poder calmante, a folha do maracujá entra na fórmula de fitoterápicos e é receitada por especialistas no tratamento de ansiedade. Na Universidade Federal de São Paulo, o psicobiólogo Ricardo Tabach decidiu tirar a prova dos nove sobre sua eficácia. Ele e sua equipe administraram, em roedores, um medicamento à base de passiflora para avaliar não só seu impacto no comportamento dos animais como eventuais efeitos tóxicos. Em seguida, compararam os resultados com a avaliação de cobaias que receberam somente água ou uma droga ansiolítica alopática. “Confirmamos a capacidade da passiflora de diminuir sintomas ansiosos e não detectamos efeitos adversos”, revela. Ainda assim, como todo medicamento, especialmente os que mexem com o sistema nervoso central, sua utilização deve ser acompanhada por um especialista. Entre as espécies de passiflora avaliadas — a incarnata, a edulis e a alata —, a primeira foi a que se mostrou mais eficiente. ››

Nome popular: passiflora
Nomes científicos:
Passiflora incarnata
Passiflora alata
Passiflora edulis
Origem: América do Sul e América do Norte
Forma ideal de consumo: fitomedicamento

Aroeira-do-sertão
Na Universidade Federal do Ceará, a farmacêutica Mary Anne Bandeira elegeu essa espécie para desenvolver uma fórmula fitoterápica contra infecções ginecológicas. “O uso popular da casca de aroeira para banhos de assento no pósparto nos chamou a atenção e resolvemos investigar suas propriedades”, justifica a cientista. “Em laboratório, confirmamos uma atividade anti-inflamatória, que se deve a substâncias chamadas chalconas diméricas”, revela. A descoberta levou ao desenvolvimento de um creme vaginal de uso interno que, posteriormente, foi testado em 20 pacientes com lesões no útero. Elas foram orientadas a utilizar a pomada uma vez ao dia, durante uma quinzena. “Ao final do período, houve remissão das feridas, poupando algumas mulheres da cauterização”, comemora Mary Anne. Por enquanto, o creme à base de aroeira-do-sertão só é encontrado para prescrição no Nordeste.

Nome popular: aroeira-do-sertão
Nome científico: Myracrodruon urundeuva Fr. All
Origem: México, Argentina, Bolívia, Paraguai e Nordeste do Brasil
Forma ideal de consumo: creme fitoterápico de uso interno


Valeriana
Matéria-prima de fitomedicamentos, essa espécie também despertou o interesse do grupo do psicobiólogo Ricardo Tabach, da Unifesp. “Sua ação ansiolítica seria atribuída a um grupo de ativos chamados valepotriatos, que agem no sistema nervoso central”, conta o pesquisador. No cérebro, eles aumentariam a disponibilidade de certos neurotransmissores, aplacando a ansiedade. “Comprovamos esse benefício ao administrar um extrato de valeriana em ratos”, confirma Tabach. O psicobiólogo também citou outro trabalho realizado na Unifesp que revelou uma ação indutora de sono dos ativos da planta. Nem é preciso repetir que a prescrição médica é fundamental — ou é?


Nome popular: valeriana
Nome científico: Valeriana officinalis
Origem: Ásia e Europa
Forma ideal de consumo: fitomedicamento

Boldo-do-chile
O almoço caiu mal? É possível que você já tenha ouvido alguém bem-intencionado sugerir a receita simples: tomar um chá de boldo. Errado: no caso, o calor pode minimizar a ação dos princípios ativos da planta. Ou, talvez, a sugestão tenha sido mais acertada: bater folhas de boldo com um copo de água e beber na hora. Só que a espécie a que nos referimos não é aquela com textura aveludada, que os brasileiros costumam colher no jardim — e sim outra, proveniente do Chile, que de fato ajuda na digestão, como comprovou o levantamento realizada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista. “A boldina, principal componente do vegetal, estimula a secreção da bile, substância produzida pelo fígado que atua na digestão de gorduras”, confirma o biomédico João Ernesto de Carvalho, do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas e Biológicas da Unicamp. De novo, ele alerta: recorra à bebida somente em episódios isolados de mal-estar. O excesso pode causar intoxicação hepática.

Nome popular: boldo-do-chile
Nome científico: Peumus boldus
Origem: Chile
Forma ideal de consumo: maceração

Carqueja
O time da Unicamp também voltou sua atenção a essa planta tradicionalmente utilizada em chás para tratar problemas digestivos. Ao analisar artigos sobre ela, os pesquisadores não encontraram indícios de toxicidade renal ou hepática, mas há risco de queda na pressão arterial, o que restringe seu uso a pacientes hipotensos ou que já façam uso de medicamentos contra a hipertensão. A boa notícia é que a pesquisa reafirmou as propriedades medicinais da espécie. “Assim como o boldo, a carqueja favorece a produção da bile, facilitando a digestão”, conta Carvalho. Não para por aí. Há registros de redução das taxas de açúcar no sangue, além de propriedades antiúlcera e anti-inflamatórias, que auxiliariam no tratamento de artrites.

Nome popular: carqueja
Nome científico: Baccharis genistelloides
Origem: América do Sul
Forma ideal de consumo: infusão

Alecrim
A neurocientista Daniele Machado, da Universidade Federal de Santa Catarina, já conhecia o emprego popular do chá de alecrim no combate à depressão quando optou por checar esse valor terapêutico em sua tese de doutorado. Ela submeteu camundongos a uma situação de estresse e passou a observar se eles respondiam, de maneira positiva, à ingestão de um extrato alcoólico do vegetal, com características similares às de uma infusão comum. Em seguida, comparou o comportamento dos roedores com o de outros que receberam somente água ou foram tratados com fluoxetina, um antidepressivo clássico da alopatia. “A eficácia da solução foi semelhante à do medicamento”, afirma Daniele. A neurocientista foi além: realizou experiências químicas e elucidou os mecanismos pelos quais a planta atuaria. “No cérebro, ela inibe a degradação dos neurotransmissores serotonina, dopamina e noradrenalina, responsáveis pela sensação de bem-estar”, esclarece. Vale reforçar que, por agir no sistema nervoso central, o uso indiscriminado é contraindicado.

Nome popular: alecrim
Nome científico: Rosmarinus officinalis
Origem: região do Mediterrâneo
Forma ideal de consumo: infusão

Guaco
Aclamadas por aliviar sintomas de bronquite, asma e tosse, as folhas de guaco têm efeito paliativo para casos agudos de doenças respiratórias. É o que mostra um estudo desenvolvido na Universidade do Extremo Sul Catarinense. Para chegar a essa conclusão, o cientista ambiental Tiago Petrucci preparou uma solução alcoólica de suas folhas secas, com perfil semelhante ao do chá tradicional. Na sequência, administrou a bebida, durante sete dias, em ratos com inflamação pulmonar induzida pela inalação de carvão. “Além de não ocorrerem efeitos tóxicos, houve diminuição do processo inflamatório, dilatação dos vasos e ação antimicrobiana”, descreve Petrucci.

Nome popular: guaco
Nome científico: Mikania laevigata
Origem: América do Sul
Forma ideal de consumo: infusão ou xarope fitoterápico

Espinheira-santa
Há séculos empregada pela população em forma de chás, a planta atenuaria azia e mal-estar estomacal. Partindo dessa tradição, o químico João Paulo Viana, da Universidade Federal de Minas Gerais, resolveu checar sua eficiência e segurança. Ele induziu a formação de úlceras no estômago de ratos e, em seguida, administrou um extrato das folhas do vegetal nos animais, por via oral. “Além de constatarmos uma baixa toxicidade, houve aumento de volume e diminuição da acidez do suco gástrico, o que resultou em uma proteção à mucosa”, conta Viana. “O efeito está associado a moléculas identificadas em quantidades expressivas na espinheira-santa: os taninos e os derivados de quercetina e campferol”, diz.

Nome popular: espinheira-santa
Nome científico: Maytenus ilicifolia
Origem: Mata Atlântica brasileira
Forma ideal de consumo: infusão

Erva-baleeira
Seu óleo essencial é matéria-prima de um consagrado fitomedicamento fabricado pelo laboratório Aché: um creme anti-inflamatório de uso tópíco, indicado para aliviar dores musculoesqueléticas e tendinites. Antes de ser testado em seres humanos, o óleo foi objeto de experimentos na Universidade Federal de Santa Catarina, conduzidos por um dos mais reconhecidos especialistas em farmacologia do país, João Batista Calixto. A SAÚDE!, ele resume suas observações: “O óleo promoveu uma diminuição expressiva da dor e da inflamação em animais que haviam sido previamente induzidos ao desconforto”, afirma. “Ao isolar os componentes da erva-baleeira em laboratório, descobrimos que os principais responsáveis por essa ação foram as substâncias alfahumuleno e o transcariofileno, que, entre outros mecanismos, inibiriam a expressão de uma proteína envolvida em processos inflamatórios, a TNF-alfa”, explica. Traduzindo: funciona mesmo.

Nome popular: erva-baleeira
Nome científico: Cordia verbenacea
Origem: do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Abundante no litoral da Região Sudeste
Forma ideal de consumo: gel fitoterápico anti-inflamatório


Barbatimão
Típico do cerrado, concentra substâncias de grande potencial cicatrizante. Por isso, tornou-se alvo de interesse do laboratório Apsen, que, após 17 anos de pesquisas, lançou uma pomada à base de seu extrato. Quando foi testada em seres humanos, a fórmula se mostrou eficiente no tratamento de escaras, feridas graves que acometem indivíduos imobilizados por um tempo longo. “Em três meses de uso, o remédio promoveu a cicatrização de ferimentos em estágio avançado, que geralmente requerem cirurgia”, conta a geriatra Rita Ferrari, responsável pelo desenvolvimento do produto. “A casca do barbatimão é rica em taninos, ativos que retraem as camadas da lesão e estimulam a formação de uma película protetora, criando condições favoráveis para a pele se recompor”, explica. O vegetal também apresentou atividades anti-inflamatórias e antimicrobianas, fundamentais para a remissão dos machucados.

Nome popular: barbatimão
Nome científico: Stryphnodendron adstringens Origem: Brasil, especialmente em São Paulo, Pará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal
Forma ideal de consumo: pomada fitoterápica

Sinal amarelo
Remédios de uso contínuo nem sempre combinam com plantas medicinais. “Alguns ativos dos vegetais potencializam ou anulam os seus efeitos”, avisa Ivana Suffredini. Portadores de doenças crônicas — como as cardiovasculares, as renais, as hepáticas, o diabete, o câncer e a epilepsia — também não devem ingeri-los por conta própria, já que o consumo pode ser tóxico para o seu organismo mais sensível e agravar o quadro. O último alerta é para as grávidas. “Elas jamais devem tomar chás e fitoterápicos sem o médico ter prescrito. Muitos contêm substâncias que contraem a musculatura uterina, arriscando a gestação”, diz a farmacêutica Mary Anne Bandeira, coordenadora do Projeto Farmácias Vivas, da Universidade Federal do Ceará.

Esperança contra o câncer
O primeiro fitoterápico brasileiro contra tumores já está em fase de testes com seres humanos. A Euphorbia tirucalli, espécie conhecida como aveloz, mobilizou grandes hospitais, como o Sírio-Libanês e o Israelita Albert Einstein, ambos em São Paulo, que avaliam, em pacientes graves, a eficácia de um remédio à base de seus componentes no controle do câncer de mama e de próstata. “As substâncias do aveloz desestruturam as células cancerosas e as induzem à morte”, explica o farmacêutico Luiz Pianowski, que coordena pesquisas sobre a planta no laboratório Amazônia Fitomedicamentos. “Seu principal trunfo é atuar de maneira seletiva, poupando células sadias que costumam ser afetadas pela quimioterapia”, destaca. Na opinião do oncologista José Augusto Rinck Junior, do Hospital A.C. Camargo, a droga é uma aposta, mas ainda são necessárias mais investigações que comprovem sua segurança e vantagens em comparação com medicamentos padrão

Do jeito certo
Os chás medicinais são bem-vindos para aliviar sintomas agudos, desde que consumidos em situações pontuais e respeitando as orientações descritas anteriormente. Para tirar proveito da infusão, siga as recomendações de preparo: verta água fervente sobre as folhas e, em seguida, abafe o recipiente por cerca de cinco minutos. Coe e beba. No caso de partes mais rígidas da planta, como cascas, é preciso submetê-las a um processo de decocção, que consiste em uma fervura durante dez minutos. Para obter mais informações sobre doses e modos de preparo, acesse o site de SAÚDE!

Fonte: Renata Rocha, Supervisora de Garantia de Qualidade do Laboratório Apsen, em São Paulo. Eliana Bufaino, Gerente de Inovação do Grupo Centroflora, em São Paulo. Infográfico Eder Redder e Bruno Algarve. Produção Inah Ramos


FONTE:http://saude.abril.com.br/edicoes/0329/medicina/plantas-curam-604100.shtml?pag=1

Projeto Rodrigo Sanchez - Paisagista.

Cacto - Parodia spaniosa



Parodia spaniosa.

Cacto - Astrophytum coahuilense



Astrophytum coahuilense.

Cacto - Escobaria minima.



Escobaria minima.

Cactos.


Astrophytum super kabuto.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ambientes Inspiradores.

Lagarta-cachorrinho.




ATRAENTE PORÉM PERIGOSA:

Não se engane, esse bichinho de pelúcia, esconde entre suas cerdas macias e inofensivas, verdadeiros espinhos dotados de glândulas venenosas.
Essa Lagarta é muito comum em pomares domésticos, pois tem certa preferência por espécies frutíferas. Com isso, são frequentes os acidentes em que pessoas distraídas acabam encostando na espécie. Pertencente ao gênero, Podalia, a lagarta-cachorrinho pode atingir até 8cm de comprimento passados dois ou três meses de sua fase larval. Após esse período, ela começa seu novo ciclo, a metamorfose, e se torna mariposa. É importante ter em mente que as lagartas e taturanas, quando se tornam borboletas e mariposas, polinizam as flores. Por isso, jamais dem ser mortas.

Fonte:Revista Natureza; ed:273, ano;23.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Salsa Crespa.



Usadas em saladas, molhos, sopas e grelhados. É diurética contém vitaminas A,B1,B2 e C, além de cálcio e ferro. Combate cólicas, gases, reumatismo e anemia. Antioxidante, ajudar a limpar o pulmão (ótimo para ex.fumantes) e estimula o apetite.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MALMEQUER ou (Aspilia montevidensis)



Típica de regiões subtropicais do Brasil, a herbácea de até 50cm de altura floresce durante toda a primavera e o verão. Embora seja rústica e ornamental, seu uso no paisagismo é raro. Uma pena, porque suas flores amarelas e grandes compõem belos maciços e bordaduras, ela se reproduz por sementes.

Fonte: Revista Naureza, Ed;272, Ano;23 , de Setembro de 2010, Pág 47

Sálvia Bicolor ou (Salvia leucantha)





Apresenta folhagem longa e esreita, verde na parte de cima e branco acinzentada na parte debaixo. Surgem principalmente na primavera e no verão. No jardim costumam formar bordaduras e grandes maciços, sob sol pleno.
Originária do México a sálvia-bicolor tem porte de até 1,4m de altura. É indicada para lima subtropical mas tolera o temperado quente, precisa de solo rico em matéria orgânica.

Fonte: Revista Natureza, Ed;272, Ano;23 , de Setembro de 2010, pag;44

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ócna ou (Ocna serrulata)




Nome Científico: Ochna serrulata
Sinonímia: Ochna multiflora, Ochna atropurpurea, Ochna mossambicensis, Diporidium serrulatum
Nome Popular: Ócna
Família: Ochnaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

A ócna é uma planta arbustiva, decídua, de textura lenhosa e florescimento e frutificação ornamentais. De porte médio, alcança de 1 a 2 metros de altura, e ocasionalmente utrapassa os 6 metros, transformando-se em arvoreta. Seu caule é delgado, com casca lisa, castanha e galhos ramificados e recobertos por pontos claros e salientes. As folhas são elípticas a ovaladas, coriáceas e com margens serrilhadas. Quando jovens elas são bronzeadas e gradativamente adquirem a cor verde brilhante. As flores amarelas, delicadas e breves surgem na primavera, ao longo dos ramos. Elas atraem abelhas e borboletas. Após a queda das flores, os cálices persistem e, apesar de inicialmente verdes e discretos, tornam-se vermelhos e vistosos com o tempo. Junto com o cálice permanece o receptáculo floral, hipertrofiado e vermelho, com os frutos em desenvolvimento, resultando em um curioso conjunto. Os frutos são bagas ovóides, negras quando maduras e muito atrativas para os pássaros. As sementes se disseminam pela ação das aves.

No paisagismo, este arbusto gracioso e de copa arredondada pode ser utilizado isolado ou em grupos, formando renques informais ou formais, pois, mesmo que sua forma natural seja bela, a ócna tolera podas de formação. As podas, realizadas após a frutificação, estimulam um aspecto mais denso e dão o formato desejado à planta. Produz uma excelente cerca-viva, bastante resistente aos ventos. Também pode ser plantada em vasos, sendo comum essa forma de cultivo em países de clima temperado, onde permanece ao ar livre nos meses quentes e é protegida em interiores durante o inverno. Devido à facilidade de propagação, esta espécie pode se tornar invasiva em determinadas situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo humoso, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A ócna aprecia o calor e a umidade, vegetando melhor em regiões livres de geadas, mas é capaz de resistir a geadas leves. Multiplica-se por sementes, que devem ser postas a germinar ainda frescas, sem armazenamento. A germinação leva cerca de seis semanas. Também se propaga por estaquia dos ramos semi-lenhosos, postos a enraizar na primavera e verão.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/ochna_serrulata.php

Mussaenda-Frondosa (Mussaenda frondosa)




Muito Ornamental, essa mussaenda apresenta belas inflorescências compostas por sépalas - tipo de pétala do cálice floral - brancas e pequenas flores alaranjadas. Outra qualidade é florescer praticamente o ano todo. O arbusto é originário da índia e da Malásia, chega aos 3m de altura e pode ser cultivado ao longo de muros e cercas ou formando maçicos e canteiros. Típico de clima tropical, a planta tolera o subtropical litorâneo de baixa altitude e deve ser cultivada em solo fértil, mantido sempre úmido. Sua reprodução é por estaquia ou sementes.

Fonte: Revista Natureza, Ed; 267, Ano;23 , De Abril de 2010, Pag;9.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Alpínia -Variegada (Alpinia zerumbet "variegata)






Trata-se de uma herbácea vigorosa e ornamental. Suas folhas apresentam estrias amareladas e são mais largas do que a espécie original (Alpinia zerumbet). Tem flores esbranquiçadas, carnosas, e com textura cerosa. Reunidas formam grandes cachos pendentes. Originária da China e do Japão, a Alpínia- variegada atinge ape 3m de altura. Mesmo tipica e clima tropical, tolera as temperaturas de regiões de baixa altitude ou litorâneas. Reproduz-se por divisão de touceras e deve ser cultivada a meia-sombra.

Fonte: Revista Natureza, Ed;268, Ano;23, MAIO DE 2010, Pág;9

Roda-de-Fogo (Stenoarpus sinuatrus)





Nativa da Austrália, a árvore apresenta flores muito exótica que surgem sucessivamente do verão ao outono. Elas não apresentam pétalas, mas inúmeros estames vermelhos com antenas amarelas, dispostos em círculo. Isso faz com que pareçam chamas - vem daí seu nome popular roda-de-fogo. Típica de clima tropical mas tolerante a clima subtropical ameno, a planta atinge, em média 9m no Brasil, enquanto na Austrália chega a 30m.

Fonte: Revista Natureza; Ed;268, Ano;23 , Maio de 2010, Pág;9.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trombeta da China ou (Campsis grandiflora)





Ela apresenta uma florada vigorosa, que inicia no verão e vai até o outono. São flores vermelho-alaranjadas ricas em néctar e muito atrativas para os beija-flores. Por apresentarem raízes adventícias(que aderem com facilidade a estruturas) e ramos de até 10m de comprimento, a trombeta -da - china é ideal para o cultivo junto a muros. De origem asiática, essa trepadeira perde suas folhas no inverno e suporta bem o frio e a geada . Por isso é muito cultivada no sul do Brasil.

FONTE: Revista Natureza, Ed;269, Ano;23 , Julho de 2010; Pag;9 .

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

GUAPURUVU OU Schizolobium parahyba.




Com até 30M de altura, essa árvore nativa da Mata Altântica brasileira é muito imponente. Ela chama ainda mais atenção no inverno e na primavera, quando está desprovida de folhas, mas repleta de inflorecências espigadas e amarelas. Devido ao seu porte, o guapuruvu costuma ser cultivado em parques, praças ou grandes jardins sempre longe de áreas de construções. Isso porque seus ramos são frágeis e costumam quebrar com chuvas torrenciais e ventanias. Propaga-se por sementes e pode ser plantado em todo Brasil.

Fonte: Revista Natureza, Ed;272, Pag;9 , Setembro de 2010.

domingo, 12 de setembro de 2010

Chegamos a 100 Postagens!!




Pessoal o Blog chegou a 100 Postagens , gostaria de agradecer a todos por visitarem esse blog, cada vez que entro em meu blog e vejo que há 3,4 5 pessoas online é uma felicidade sem fim, começei a escrever nesse blog so por gostar de plantas, mas não imaginaria que um dia me tornaria Paisagista.
Mas consegui isso que era meu sonho e tenho certeza é isso que amo fazer.
Obrigado a todos por visitarem esse blog, ajudem a divulga-lo para que possamos chegar a 200, 300, postagens.

Muito Obrigado mesmo de Coração.

PROJETOS RODRIGO SANCHEZ.

sábado, 4 de setembro de 2010

Agave americana ou Agave.



Nome Científico: Agave americana
Nome Popular: Agave, piteira-azul, pita-azul, pita
Família: Agavaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Tropical
Ciclo de Vida: Perene

Planta geométrica, muito ornamental. De folhas grandes e acinzentadas o agave é muito utilizada em parques e jardins públicos. Quando chega idade adulta emite uma grande inflorescência que chama muito a atenção. Tem o poder de manter cães e gatos afastados, devido às folhas pontiagudas e com espinhos.

No paisagismo, o agave é uma planta que se encaixa perfeitamente nos jardins tropicais e geométricos. Combina muito bem com pedras e pedriscos. Existem ainda variedades com faixas amarelas sobre as folhas. Multiplica-se pela separação das mudinhas que se formam na haste floral após a floração e por separação das mudas que surgem na base da planta mãe.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/agave_americana.php

Compare a ACEROLA com a AMORA-PRETA





Compare a ACEROLA com a AMORA-PRETA

Por Paula Desgualdo | design Letícia Raposo | foto Alex Silva
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1.Calorias
Embora nenhuma das duas seja uma ameaça para quem deseja manter a linha, a acerola é a opção menos calórica.
Acerola...................32 cal
Amora.....................43 cal

2. Proteína
A amora é mais rica na substância que ajuda a renovar os tecidos, mas nem tanto.
Amora..............1,39 g
Acerola...............0,4 g

3. Fibras
Elas botam o intestino para funcionar e ainda evitam o acúmulo de colesterol nas artérias. Nesse quesito, a amora leva a melhor.
Amora.....................5,3 g
Acerola....................1,1g

4. Vitamina C
A acerola vence o duelo de longe. Ela é a campeã em ácido ascórbico, a outra alcunha da substância que protege as células do corpo.
Acerola ............................. 1 677 mg
Amora .....................................21 mg

5. Carboidrato
Se está faltando pique para enfrentar o dia-a-dia, aposte na amora. Ela fornece um pouco mais do nutriente que dá energia.
Amora..........................9,6 g
Acerola ...................... 7,7 g

6. Cálcio
O nutriente que é amigo dos ossos aparece em maior quantidade na amora.
Amora..........................29 mg
Acerola ...................... 12 mg

7.Fósforo
Companheiro do cálcio na manutenção do esqueleto, esse mineral também melhora a resistência do organismo e afasta a sensação de fadiga. Aqui, a amora sai também na frente.
Amora ...................... 22 mg
Acerola..................... 11 mg

Fonte: RG Nutri Consultoria Nutricional, São Paulo / USDA – Departamento de Agricultura l Estados Un

FONTE:http://saude.abril.com.br/edicoes/0309/nutricao/conteudo_428653.shtml

Vegetais congelados são mais nutritivos







É verdade. O freezer preserva nutrientes importantes como vitamina C e betacaroteno, que se perdem em temperatura ambiente. Entenda por quê
por Lúcia Nascimento | Design Thiago Lyra | Fotos Alex Silva

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Desde que o médico e inventor americano John Gorrie (1803-1855) desenvolveu os primeiros sistemas de refrigeração, em 1850, a dificuldade para conservar alimentos nunca mais foi a mesma. Tudo bem que a proliferação das geladeiras domésticas só se deu anos depois, na década de 1920, mas a revolução havia começado, disparando descobertas muito além da máquina de fazer gelo. A notícia mais quente sobre o assunto mostra que o congelador, mais que solidificar água, é capaz de preservar nutrientes dos alimentos que, de outra forma, iriam para os ares.

O achado vem do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), onde se analisou o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar à mesa. À temperatura ambiente, as perdas de nutrientes alcançaram patamares entre 10 e 25%. As vítimas preferenciais foram as vitaminas. O estudo verificou prejuízos nos níveis da C, uma aliada das defesas, e nos de betacaroteno, precursor da vitamina A, que é essencial para a gente enxergar bem. Essas substâncias são classificadas como termolábeis — ou seja, sensíveis ao calor. “Por isso, quando os alimentos são refrigerados logo depois de colhidos, evita-se uma perda de seus nutrientes”, afirma Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva, professora de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

O feijão verde é outro que se beneficia dessa estratégia gelada. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que essa vagem retém o dobro de vitamina C quando refrigerada. “Antes do congelamento, os vegetais passam por um processo conhecido como branqueamento, que é um cozimento rápido em água quente”, explica Barbara. Graças ao procedimento, são inativadas enzimas responsáveis por acelerar a extinção vitamínica. À temperatura ambiente, nem mesmo a embalagem natural das hortaliças, a casca, consegue barrar esse fenômeno.

A pausa na linha do tempo dos vegetais ocorre tanto no congelamento industrial quanto no doméstico. Porém, na indústria, além de a temperatura ser muito mais baixa, ele é instantâneo, formando cristais de gelo minúsculos. Em casa, a história é outra — e mais demorada. Além disso, as gotículas de água se unem em blocos que, ao se solidificarem, podem romper as células do alimento, modificando sua estrutura. Na hora de comer, leia-se textura. Daí que nem toda hortaliça sai do freezer ilesa, e, para algumas, o consumo logo após a compra ainda é a melhor pedida.


FONTE:httphttp://saude.abril.com.br/edicoes/0327/nutricao/vegetais-congelados-sao-mais-nutritivos-590849.shtml

Begônia.




ESSA ESPÉCIE DE BEGÔNIA NAO EXIGE MUITOS CUIDADOS E FLORESCE INTENSAMENTE O ANO TODO.

Famosas pela exuberancia, a begônia-sempre-florida(Begonia semperflorens var.cultorum)é resultante do cruzamento entre Begonia cucullata, a Begonia schmidtiana, entre outras.Além disso, a planta foi modificada geneticamente nos Estados Unidos e na Europa até ficar mais rústica e resistente.
Suas flores podem ser brancas, rosa, vermelhas ou até mescladas de duas cores.Surgem na ponta das hastes foliares praticamnete o ano todo e mais intensamente no verão. Suas folhas suculentas em tons de verde-claro ou escuro, avermelhadas ou não também são ornamentais.
Chamadas de begônias-sempre-floridas, podem ser cultivadas em regiões subtropicais ou tropicais de altitude, sob meia-sombra ou sol pleno.São indicadas para vasos os para forrar canteiros no jardim. Uma dica: como são plantas anuais é preciso renovar os canteiros anualmente.
No cultivo dessas begônias, o solo deve ser fértil, mantido úmido e adubado todo mês com NPD 4-14-8. Assim a florada sera ainda mais prolongada e vigoraosa.

Fonte. Revista Natureza, Pág;8 , Ed;266, Ano; 2010.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Tomate - Cereja.





O tamanho e o peso reduzido - 1,5cm de diâmetro e 20g não tiram o mérito gastronônico do Tomate - Cereja.
A espécie deve ser cultivada em sementeiras e transplantas após 30 ou 40 dias, quando estiverem com cerca de 12cm de altura. Mas é possível adquirir mudas formadas. Enriqueça o solo três dias antes do transplante com 20 litros de esterco de curral bem curtido por metro linear, e forme morrinhos de 15 a 20cm de altura, e 40cm de distancia um do outro.
Cultive a sol pleno e após o transplante, regue as plantas moderadamente todos os dias por um mês, ou até as plantas começarem a soltar as primeiras folhas. Nos meses seguintes regue duas vezes por semana, sempre no período da manhã ou apos as 18hrs. Pare de regar certa de três meses apos o plantio para os frutos maturarem. Da semeadura até a primeira colheita vão 120 dias.
Pode ser cultivado e vasos.

Projeto Rodrigo Sanchez.

Projeto Rodrigo Sanchez.

Viveiro

Segue abaixo as fotos das mudas que estamos fazendo para venda, estamos muito no começo...porém bem difícil com muito poucas vendas, poucas ...