sábado, 29 de maio de 2010

Rosa do Deserto ou Adenium obesum






Nome Científico: Adenium obesum
Sinonímia: Adenium coetaneum
Nome Popular: Rosa-do-deserto , Lírio-impala, Adenium
Família: Apocinaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Sul da África e Península Arábica
Ciclo de Vida: Perene
A rosa-do-deserto é uma planta herbácea, suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 metros de altura se deixada crescer livremente. Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.

Florações podem ser obtidas em plantas jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira. As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas.

A rosa-do-deserto é uma planta que desperta aficcionados em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas. Essa espécie ainda permite enxertia (garfagem), o que é bastante interessante para se produzir uma mesma planta com flores de variedades diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.

Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenável, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidas não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/adenium_obesum.php

Kiwi ou Actinidia deliciosa






Nome Científico: Actinidia deliciosa
Sinonímia: Actinidia chinensis
Nome Popular: Kiwi, quivi, quiuí
Família: Actinidiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene
o kiwi é um fruto delicioso originário da China, mas que somente se popularizou por todo o mundo quando seu cultivo comercial foi iniciado na Nova Zelândia. O nome kiwi é uma alusão à ave de mesmo nome, do gênero Apteryx, nativa da Nova Zelândia. O kiwizeiro é uma trepadeira sarmentosa e lenhosa, e geralmente é conduzida com um único e tortuoso caule, através de podas. Suas folhas são amplas, verdes, ovais a cordiformes, pubescentes quando jovens e glabras quando maduras, na face superior.

As flores são axilares, de coloração branca-creme e perfumadas. Como é uma planta dióica, o kiwizeiro apresenta indivíduos femininos e indivíduos masculinos. Nesta espécie a polinização cruzada é fundamental para a formação dos frutos. As abelhas são muito importantes nesta tarefa de levar o pólen das flores masculinas até as flores femininas, para que ocorra a fecundação. As cultivares comerciais mais comuns de plantas femininas são: Bruno, Monty, Abbott e Hayward; e as masculinas são: Matua, Tomuri, MPV. O kiwi é um fruto do tipo baga, com forma ovóide, polpa translúcida de cor verde ou verde-amarelada, doce e ácida; e casca fina e marrom, recoberta por pêlos curtos. As sementes pretas e comestíveis são numerosas e bem pequenas, com forma oval e achatada.

Para uma adequada floração e frutificação o kiwizeiro necessita de frio, pelo menos 500 horas abaixo de 7,2ºC. A cultura comercial do kiwi pode ser conduzida em moirões, em forma de T, ou em caramanchões. Para consumo doméstico, ele pode ser guiado por sobre árvores, arcos, caramanchões, como uma trepadeira lenhosa ornamental, podendo alcançar cerca de 10 m de comprimento e 15 m de altura. Não se pode esquecer de cultivar plantas masculinas junto com as femininas para que ocorra a frutificação. Em plantações comerciais a proporção é de 1 planta macho para cada 5 a 8 plantas fêmeas, uniformemente distribuídas. O espaçamento médio utilizado é de 5 a 6 metros entre linhas e entre plantas na linha.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, levemente ácido, drenável, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Não tolera estiagem ou encharcamentos. Adubações ricas em nitrogênio estimulam intensas produções, mas devem ser evitadas durante a frutificação pois reduzem a vida útil dos frutos. O kiwizeiro também necessita de podas específicas de formação, de verão e de inverno.

As podas de formação visam conduzir a trepadeira corretamente sobre o suporte, as de verão consistem em retirar semanalmente as extremidades dos ramos e a de inverno visa encurtar os ramos de um ano, que irão florescer na próxima estação. Multiplica-se por sementes, estaquia, alporquia e enxertia. A colheita é de Abril a Maio e se inicia apartir do quarto ano após o plantio das mudas.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/actinidia_deliciosa.php

Flor de Cera Ou Hoya carnosa






Nome Científico: Hoya carnosa
Sinonímia: Asclepias carnosa, Hoya australis, Hoya motoskey
Nome Popular: Flor-de-cera, cerinha, flor-de-porcelana
Família: Apocynaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia e Austrália
Ciclo de Vida: Perene
A flor-de-cera é uma trepadeira perene, de textura semi-herbácea e ramagem pouco ramificada. Apresenta folhas opostas, coriáceas, carnosas e espessas, com pecíolo curto. Ocorrem ainda variedades de folhas retorcidas e de folhas variegadas de branco ou amarelo. As inflorescências são do tipo umbela, axilares, pendentes, como pequenos buquês carregados de flores cerosas, brancas a rosadas, em forma de estrela e delicadamente perfumadas. A floração ocorre na primavera.

Apesar do crescimento relativamente lento, esta trepadeira tem um florescimento recompensador. Ela não exige muito cuidados, bastando que se escolha um local úmido e com luz direta pela manhã ou à tarde, longe de correntes de ar. As adubações mensais ricas em potássio e fósforo restringem-se à época de floração. Pode ser plantada em canteiros bem preparados e até mesmo em vasos e jardineiras, tomando-se o cuidado de oferecer-lhe suporte, como treliças ou grades. Os ramos sem flores não devem ser podados pois florescerão no próximo ano.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou intensa iluminação difusa, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o sol direto nas horas mais quentes do dia, pois pode provocar queimaduras nas folhas e quedas dos botões. Moderadamente tolerante às baixas temperaturas, prefere uma faixa entre 15 a 25ºC. Em regiões de clima frio, pode ser cultivada em estufas ou no interior das residências em locais bem iluminados. Multiplica-se por estaquia ou alporquia.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/hoya_carnosa.php

Papel de Parede.


Ola ,Pessoal tirei essa foto e achei interessante colocar no blog quem quiser copiar, fique à vontade.

sábado, 22 de maio de 2010

Compare o suco de LARANJA com o de MARACUJÁ.






1-Pressão sob controle.Aumentar a ingestão de potássio é fundamental para quem quer equilibar a pressão sanguínea, além de evitar tarquicardias e cãibras.O SUCO DE LARANJA LEVA A MELHOR.
Suco de Laranja ....372,5mg
Suco de maracujá ...114mg

2-Nada de cansaço. Escolha o SUCO DE LARANJA.Ele fornece mais fósforo, que comprovadamente melhora a resistência e diminui a sensação de fadiga.
Suco de Laranja ....35mg
Suco de naracujá ...7,5mg

3-Cheio de Energia. Quando o assunto são os carboidratos, que dão pique para enfrentar a correria do cotidiano, TEMOS PRATICAMENTE UM EMPATE TÉCNICO.
Suco de Laranja ....19g
Suco de maracujá ...18,8g

4-Quilos a menos. Para manter a forma,PREFIRA OS SUCO DE MARACUJÁ. Ele é o que tem menos calorias.
Suco de maracujá ...97cal
Suco de laranja ....112cal

5-Anemia, não!O ferro ajuda a afastara doença,já que é essencial para constituição dos globulos vermelhos que levam o oxigênio para o corpo todo, FIQUE COM O SUCO DE LARANJA.
Suco de Laranja ....0,25mg
Suco de maracujá ...0,15mg

6-Abaixo a osteoporose. Auxiliar o cálcio a fortalecer os ossos é um dos grandes triunfos do magnésio.Se a ideia é proteger o esqueleto, FIQUE COM O SUCO DE LARANJA.
Suco de laranja ....20mg
Suco de maracujá ...5mg

7-Defesas reforçadas. A vitamina C participa da produção de anticorpos e reduz a sustentabilidade a infecções.Adivinhe quem ganha.O SUCO DE LARANJA DE NOVO.
Suco de laranja ....183,25mg
Suco de maracujá ...9,9mg

Enfim termina esse duelo com uma verdadeira goleada do Suco de laranja, o placar final é esse:
Suco de laranja 6 x 1 Suco de Maracujá.

FONTE: Revista Saúde, Ed;313, Pag;28, Ano 2009.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Euphorbia leucocephala ou Cabeleira-de-velho




Nome Científico: Euphorbia leucocephala
Nome Popular: Cabeleira-de-velho, neve-da-montanha, leiteiro, cabeleireiro-de-velho, flor-de-criança, cabeça-branca
Família: Euphorbiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Central
Ciclo de Vida: Perene
A cabeleira-de-velho é um arbusto semi-lenhoso e lactescente (de seiva leitosa) muito ornamental. Apresenta caule bastante ramificado e de casca marrom claro a acinzentado. Sua copa é arredondada e compacta e seu porte é pequeno, atingindo de 2 a 3 metros de altura. Suas folhas são elípticas, verdes e decíduas. As inflorescências do tipo umbela, surgem no outono e inverno. Elas são constituídas por pequenas flores brancas em forma de estrela circundadas por brácteas vistosas, de coloração branco-creme.

É uma planta fantástica, de baixa-manutenção, que perde suas folhas no outono-inverno e floresce abundantemente, ficando completamente branca. No paisagismo, ela pode ser valorizada através do plantio isolado, em grupos e até mesmo como cerca viva informal. As podas, quando bem conduzidas, deixam a planta com aspecto ainda mais compacto e bonito. Apesar de arbustiva, a cabeleira-de-velho pode ser conduzida como arvoreta, através de podas de formação. Curiosamente, a iluminação artificial à noite, pode inibir ou atrasar o florescimento da planta. Seu plantio deve ser evitado em áreas de circulação de crianças e animais domésticos pois é tóxica.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, muito bem drenado, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. É tolerante a períodos de estiagem e situações de meia-sombra, mas floresce menos nestas condições. Aprecia adubações bimestrais nos meses quentes do ano. Também aprecia o frio subtropical, apresentando florações mais intensas. As podas devem ser realizadas após o florescimento e com moderação, sendo que não se deve podar mais que 1/3 da planta. Tome o cuidado de utilizar luvas durante o manejo da planta, pois sua seiva tóxica pode irritar a pele. Multiplica-se por sementes e por estacas.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/euphorbia_leucocephala.php

Juniperus chinensis torulosa ou Kaizuka



Nome Científico: Juniperus chinensis torulosa
Sinonímia: Juniperus chinensis 'Kaizuka'
Nome Popular: Kaizuka, Caizuca, cipreste-kaizuka, junípero-chinês
Família: Cupressaceae
Divisão: Gimnospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene
O Kaizuka é uma pequena árvore de forma cônica ou colunar e de aspecto escultural e muito decorativo. Seus ramos são ramificados e compactos, com folhas pequenas e comprimidas, que lhe conferem uma textura bastante densa. Este cipreste ainda tem uma particularidade que encanta, suas formas espiraladas e retorcidas lembram um suspiro de confeitaria, caprichosamente esculpido. As folhas jovens, das pontas dos ramos, são alongadas, em forma de agulha e as adultas são escamosas, todas de coloração verde escura e brilhante.

Este cipreste aristocrático e charmoso é apropriado para jardins de estilo europeu e oriental. Suas formas esculturais são muito valorizadas quando plantado isolado e livre de podas, podendo alcançar 5 metros. Também presta-se para o cultivo em renques, formando belas cercas-vivas topiadas ou não, com excelente capacidade de isolar o jardim do pó e do ruído das ruas. De crescimento lento a moderado, adapta-se muito bem à vasos, inclusive é bastante utilizado na arte do bonsai.

Devem ser cultivados sob pleno sol em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. É tolerante à salinidade e após estabelecido torna-se tolerante a seca. Originário de clima temperado, o kaizuka no entanto adapta-se muito bem ao clima subtropical ou mediterrâneo e é capaz de tolerar o clima tropical, desde que fique longe de locais úmidos. Multiplica-se por estacas das pontas dos ramos.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/juniperus_chinensis_torulosa.php

Plumbago auriculata ou Bela - Emília




Nome Científico: Plumbago auriculata
Sinonímia: Plumbago capensis
Nome Popular: Bela-emília, plumbago, jasmin-azul, dentilária
Família: Plumbaginaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Planta muito versátil e rústica, a bela-emília é largamente utilizada no paisagismo. Arbustiva e muito ramificada presta-se para cercas-vivas e pode ser tutorada como trepadeira. Suas flores são delicadas em forma de pequenos buquês. É mais comum encontrarmos espécimes de flores azuladas embora exista uma variedade de flores brancas.

Deve ser cultivada sempre a pleno sol; isolada, em conjuntos ou como cerca-viva. Não é muito exigente em fertilidade e pode-se renovar a folhagem e estimular a floração com podas regulares. Multiplica-se por estacas, mergulhia e sementes e é tolerante ao frio.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/plumbago_auriculata.php

Quer ter um arbusto desse em sua casa, entre em contato comigo.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Alocasia Gigante !!!






Essa Alocasia foi encontrada na Amazônia.

Papel de Parede MARGARIDAS !!!

Compare UVA - PASSA com o DAMASCO.






1-Embate Calórico: A disputa é acirrada mas QUEM SAI NA FRENTE É O DAMASCO, que tem uma pitada a menos de caloria.
Damasco ....78 calorias
Uva-passa ..91 calorias

2-Dose extra de energia, PREFIRA A UVA-PASSA:Os carboidratos, responsáveis por nos dar aquele pique, aparecem em maior quantidade nessa fruta seca.
Uva-passa ..21,7g
Damasco ....18,1g

3-Para enxergar longe: A vitamina A protege a saúde dos olhos a recomendação diária é de 700g para as mulheres e 900g para os homens. Aí, o DAMASCO GANHA DISPARADO.
Damasco ....237g
Uvo-Passa ..3g

4-Osteoporose, Não! Para fortalecer os ossos, VÁ DE UVA-PASSA,ela tem mais cálcio que a concorrente, essencial na constituição do esqueleto.
Uva-passa ..15,8mg
Damasco ....5,44mg

5-Mais reforço aos ossos: O fósforo é parceiro do cálcio na tarefa de combater a fragilidade da estrutura óssea.Mais uma vez , QUEM LEVA A MELHOR É A UVA-PASSA.
Uva-Passa ..33mg
Damasco ....4,1mg

6-Amigo do Peito: O TÍTULO DE COMPANHEIRA DO CORAÇÃO É DA UVA-PASSA. Ela é recheada de magnésio, que breca as doenças cardiovasculares.
Uva-Passa ..8,1mg
Damasco ....4,17mg

7-Sem pressão: se você precisa controlar a sua OPTE PELA FRUTA QUE ESBANJA POTÁSSIO: A UVA PASSA. Esse mineral aumenta a elasticidade das artèrias e diminui a arritmia cardíaca .
Uva-Passa ..246mg
Damasco ....98,3mg

E A DISPUTA FICA ASSIM:
UVA - PASSA 5 X 2 DAMASCO.

As quantidades comparadas corresponde a 30g de cada fruta ou a 2 colheres das de sopa cheias de uva-passas e 6 unidades de damasco.

FONTE: REVISTA SAÚDE, Ed;317 , Ano 2009, Pag 22.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

MONTAGEM DE VASOS.


Se você deseja colocar algum vaso dentro ou fora da sua casa , comercio, trabalho e não sabe o que colocar , entre em contato comigo, irei até o local sem compromisso, mostrarei um book de plantas para sua escolha, mostro como ficará o vaso no local através de fotomontagens, depois sim, fechamos o negocio, além de lhe dizer os cuidados com a planta.

Cultivo de PALMEIRA PUPUNHA


Você ja viu um cultivo de PALMEIRA PUPUNHA.

Pandanus utils ou Pândano.




Pandanus utils ou Pândano.

Essa árvore é muito utlizada no paisagismo, pois suas raizes chamam a atenção por serem aereas, ela é uma planta perene, sua copa tem a forma Cônica, a sombra projetada é rala além de ser uma planta que necessita de no minino 6h de sol diariamente, sua floração ocorre geralmente no mês de novembro, sua frutificação ocorre no mês de junho, mais ha um detalhe importante ela não suporta geadas, porém ela gosta de solos secos, e não necessita de muitos cuidados, ela tem estilo rustico, inseto que pode prejudica - la é o Ácaro.
Muita atenção com podas ,ela não pode ser podada pois ela não brota.

Quer ter uma dessa planta na sua casa, entre em contato comigo !!!