sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Fruta de Sabiá

Fruta de Sabiá

Acnistus arborescens, comumente chamada de fruta-de-sabiá ou fruta-do-sabiá.Fruta de Sabiá
Esta planta apresenta uma vasta distribuição geográfica, ocorrendo desde o Caribe e América Central, até a Região Sudeste do Brasil. Geralmente em capoeiras, ou seja, em ambientes em processo de regeneração.
A árvore da Fruta de Sabiá é de baixa estatura, de numerosos e pequenos frutos alaranjados e suculentos. Frutifica da Primavera ao Verão; extremamente atrativa para Pássaros e seu Fruto também agrada a muitas espécies de peixes.
Via de regra é um arbusto de entre 01 e 02 metros, mas que pode chegar as 04 metros, com galhos finos e de madeira leve e pouco resistente. Destaca-se pela abundância de flores brancas em cachos, que logo se transformam em pequenas bagas alaranjadas. Nesta ocasião, fazem a alegria de muitos pássaros, inclusive o sabiá (Turdus rufiventris) que lhe traz fama.
Atrai: Sabiás, tico-ticos-rei, saíras, tiês, sanhaços, gaturamos, juritis, chocões-barrados, tucanos, bem-te-vis, entre outros.
Muito fácil de cultivar, aprecia solos organo-argilosos e que retenham um pouco de umidade.Precisa de luz solar direta ou indireta para vegetar com vigor. Vai bem climas subtropicais e tropicais, até mesmo em vasos. Inicia sua frutificação em pouco tempo, aproximadamente 08 meses. Além dos predicados ornitófilos, a Fruta de Sabiá vem sendo objeto de muitas pesquisas recentes, pois descobriu-se que um grupo de substâncias presentes em suas folhas (vitanolídeos) possui destacada atividade anti-cancerígena.
Além de toda alegria que traz com a presença de tantos pássaros, esta abençoada planta ainda alimenta dezenas de espécies de peixes, podendo ser plantadas em beiras de córregos.
E além de toda contribuição aos Pássaros, Peixes e nosso Ecossistema, é uma planta aconselhadíssima para reflorestamento, recuperando áreas degradadas em curtos períodos de tempo.
Plantando a Fruta de Sabiá você terá a alegria de belos Pássaros livres e soltos lhe visitando todos os dias e fará também uma imensa boa ação ao nosso Meio Ambiente, motivo pelo qual este Projeto foi criado em 2009 para resgatar esta planta que se encontrava em extinção no Brasil. Visite a página de depoimentos para conferir algumas das pessoas que comprovam a seriedade e importância deste trabalho, com seus agradecimentos por tê-las apresentado a Fruta de Sabiá.

 O Comportamento da Fruta de Sabiá durante o ano:

Observação realizada por Zé Renato, fundador do Projeto CevAdeil:
Setembro:Ao iniciar o ciclo de observação, a Fruta-de-Sabiá se encontra toda verde e branca, lotada de flores, bagas pequenas e médias e algumas grandes já começando a amadurecer. Muitíssimas mudas no chão, revoada de passarinhos. Isto é que é fartura!!!…
Outubro:
Árvore com flores ainda e lotada de frutos verdes e maduros. Pássaros em abundância.
Novembro:
A árvore continua carregada de flores, frutos verdes, maduros, um verdadeiro restaurante de pássaros. Que comparecem durante todo o dia. Muitos… Demais.
Dezembro:
Árvore com poucas flores, poucos frutos verdes, mas muitos maduros e cheia de folhas verdíssimas e muitos brotos (novos galhos). Pássaros e mais pássaros.
Janeiro:
Árvore com poucas folhas, algumas frutas, de tamanho menor que antes e vários frutos verdes.
Fevereiro:
Árvore com poucas folhas, porém o suficiente para servir como sombra aos pássaros que não deixam de a visitar. Poucas flores, pequenos frutos verdes e pouquíssimos maduros.
Março:
Praticamente igual ao mês anterior, com alguns cachos de frutos pequenos e médios, maduros. No chão existem muitas mudinhas.
Abril:
Totalmente lotada de flores, se enchendo de pequenas bagas em cachos, muito bonita, toda verde e branco.
Maio:
Continua cheia de flores, frutos verdes e maduros, lindíssima e cheia de pássaros.
Junho:
Árvore com flores somente nas pontas dos galhos, frutos novos, verdes e bagaços de partes de frutos velhos nos galhos, possíveis sobras da alimentação de pássaros menores.
Julho:
Arvore com flores e pequenas bagas verdes, sempre nos finais dos galhos. Muitas abelhas e beija-flores. Algumas folhas amarelas.
Agosto:
Ao encerrar o ciclo, as árvores estão com flores e bagas pequenas e médias, várias folhas amarelas, muito bonita para passar o inverno. Aos poucos se prepara para uma nova floração completa e no dia 30 de agosto a sua aparência é assim: 20% flores, 20% bagas pequenas e 60% bagas médias.
Fonte : http://frutadosabia.com.br/fruta-de-sabia/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Os incríveis benefícios da acerola

Os incríveis benefícios da acerola

Os incríveis benefícios da acerola
A acerola, também conhecida como cereja-das-Antilhas, cientificamente Malpighia emarginata ou Malpighia glabra, é uma fruta originária das Antilhas, América Central e América do sul.
Em termos de tamanho, assemelha-se muito a cereja, e pode apresentar-se nas cores vermelha ou amarela, com interior amarelado e subdividido em três sementes de sabor amargo característico.
Sua árvore é chama-se aceroleira, e pode medir aproximadamente 3 metros de altura.
Existem várias espécies de acerolas, sendo as caboclas, cerejas, apodi, frutacor, olivier e rubra as mais cultivadas no Brasil.
Uma acerola pesa, em média, 20 – 40 gramas, mas não se deixe enganar por seu tamanho e peso, pois os benefícios que este pequeno fruto pode oferecer à saúde são incríveis.

VALOR NUTRICIONAL

A acerola esconde, em seus 40 gramas de massa suculenta, inúmeros nutrientes. Além de flavonoidesvitaminas A, B1 e B6 ela também apresenta minerais comofósforo, ferro, potássio, magnésio e cálcio.
Outro famoso componente da acerola é o carotenoide, substância responsável pela cor vermelha da fruta, e mais, considerada antioxidante, o que indica queauxilia na prevenção do envelhecimento precoce das células.
Mas seus componentes benéficos não param por aí. A acerola é a fruta que apresenta o maior teor de vitamina C.
Algumas variedades desta fruta alcançam até 5.000 ml de vitamina C por 100 g de polpa. Ainda dentro das estatísticas, a acerola possui 100 vezes mais vitamina C do que o limão, 20 vezes mais do que a goiaba e 10 vezes mais do que o caju ou a amora.
Em outras palavras, consumir 3 a 4 frutinhas destas pode suprir a necessidade diária de vitamina C de um adulto.
Vale ressaltar que quanto mais verde for a fruta, mais vitamina C oferecerá,logo uma fruta verde escura apresentará 90% mais de vitamina C e 50% menos de açúcares.
Ainda, se compararmos a acerola e a laranja, descobriremos algo interessante. A acerola possui mais vitamina A do que a laranja.
Esta vitamina é responsável por prevenir doenças como a cegueira noturna. A quantidade diária recomendada de vitamina A é de 900 microgramas para homens e 700 para mulheres.
Neste sentido, enquanto a laranja nos oferece 20 microgramas dessa vitamina a acerola surge como a campeã em teores, apresentando 76 microgramas.
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A acerola é a fruta que apresenta o maior teor de vitamina C.
Mas como tudo isso influencia nas propriedades da fruta? Vejamos.

PROPRIEDADES DA ACEROLA

– Por ser a fruta com maior teor em vitamina C, a acerola apresentapropriedades antioxidantes além de estimular a síntese de colágeno, componente fundamental para manter a saúde dos ossos e tecidos conectivos.
– Também combate à fadiga, esgotamento nervoso e estresse, além de contar com propriedades anti-infecciosas, que ajudam a estimular as defesas do organismo.
– Devido a sua riqueza em minerais a acerola é um bom remineralizante, sua alta concentração em flavonoides e antocianinas lhe conferem propriedades antioxidantes, tornando-a eficaz na prevenção de doenças como o câncer e cardíacas.
– Também é indicada para auxiliar em casos de afecções pulmonares, tratamento de disenterias, cicatrização de feridas, gripeshemorragias nasais e gengivais, dores musculares, reumatismo, anemiadoenças do fígado e dietas para pessoas em recuperação de desgastes físicos ou desnutridas, dentre outras.

UM CAFÉ DA MANHÃ ENERGÉTICO E SAUDÁVEL

Com a acerola é possível preparar um café da manhã energético e saudável, ideal para adultos, crianças e muito indicado para pessoas em estado de recuperação de traumas, cirurgias, etc, por seus nutrientes benéficos.
Existem várias maneiras de consumir a fruta, a mais popular é preparando o suco de acerola, uma receita muito fácil.
Para isso só precisaremos de:
1 copo de acerolas lavadas (250 ml);
1 copo de água (250 ml) bem gelada;
2 colheres de algum adoçante de sua preferencia (opte por adoçantes naturais).
Preparo
Bata a acerola com água em um liquidificador até que a polpa se solte da semente (menos de 1 minuto), coe o suco.
Volte ao liquidificador com o suco, adicione o adoçante de sua preferencia e bata por mais dois minutos.
Apenas lembre-se que o suco deve ser consumido imediatamente, pois uma vez armazenado perde todas as suas propriedades.
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O suco de acerola deve ser consumido imediatamente, pois uma vez armazenado perde todas as suas propriedades.
Caso prefira uma receita diferente, anote-a:
– 1 iogurte natural desnatado;
– 1 colher de chá de mel;
– 6 morangos;
– 3 colheres de chá de flocos de aveia;
– 2 nozes picadas;
– 2 colheres de pó de acerola ou 10 – 12 frutas frescas.
Preparo
Misture o mel, a acerola (ou o pó) e o iogurte até que a mistura se torne suave e homogênea. Adicione os flocos de aveia, os morangos limpos e lavados em pedacinhos e as nozes descascadas.
A acerola pode ser encontrada em polpa ou em pó, por ser um fruto muito sensível ao calor requer grandes cuidados de manuseio e armazenamento. Mas para aproveitar de todos os seus benefícios, nada melhor do que o fruto fresco.
Caso você viva em algum lugar onde seja possível realizar o plantio, sem dúvidas será uma melhor opção. Plantar a acerola pode ser uma tarefa mais simples do que parece. Veja um pouco mais sobre o assunto:

CONTRAINDICAÇÕES

O consumo de acerola geralmente não aparece associado a grandes problemas,mesmo que por vezes possa apresentar efeitos secundários leves, como náuseas, cólicas estomacais, diarreia, sonolência ou insônia.
Mas vale ressaltar que a acerola pode causar problemas se consumida por pessoas que fazem uso de medicamentos anticoagulantes.
O melhor é diminuir ou evitar seu consumo em períodos de gravidez ou lactação, pois seus efeitos sobre o desenvolvimento do feto são desconhecidos.
O mesmo cuidado é válido em casos de cálculos renais, doença renal ou gota.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Espécies de vegetação espontânea consideradas “plantas indicadoras”.


Euphorbia_heterophylla
Amendoim bravo ou leiteira (Euphorbia heterophylla)
Desequilíbrio entre Nitrogênio e micronutrientes, sobretudo Molibdênio e Cobre.

azedinha
Azedinha ou Trevo-azedo (Oxalis articulata)
Terra argilosa, pH baixo, deficiência de Cálcio e de Molibdênio.

barba-de-bode
Barba-de-bode (Aristida pallens)
Solos de baixa fertilidade.

beldroega
Beldroega (Portulaca oleracea)
Solo fértil, não prejudica as lavouras, protege o solo e é planta alimentícia com elevado teor de proteína.

carex-sp
Cabelo-de-porco (Carex sp.)
Compactação e pouco Cálcio.

capim-amargoso
Capim-amargoso ou capim-açu (Digitaria insularis)
Aparece em lavouras abandonadas ou em pastagens úmidas, onde a água fica estagnada após as chuvas. Indica solos de baixa fertilidade.

capim-caninha
Capim-caninha ou capim-colorado (Andropogon lateralis)
Solos temporariamente encharcados, periodicamente queimados e com deficiência de Fósforo.

Cenchrus_echinatus
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
Indica solos muito decaídos, erodidos e compactados. Desaparece com a recuperação do solo.

capim-papuã
Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea)
Típico de solos constantemente arados, gradeados e com deficiência de Zinco; desaparece com o plantio de centeio, aveia preta e ervilhaca; diminui com a permanência da própria palhada sobre a superfície do solo; regride com a adubação corretiva de Fósforo e Cálcio e com a reestruturação do solo.

Capim rabo-de-burro (Andropogon sp.)
Típico de terras abandonadas e gastas – indica solos ácidos com baixo teor de Cálcio, impermeável entre 60 e 120 cm de profundidade.

carrapicho
Capim amoroso ou carrapicho (Cenchrus spp.)
Solo empobrecido e muito duro, deficiência de Cálcio.

Caraguatá (Erygium ciliatum)
Húmus ácido, desaparece com a calagem e rotação de culturas; freqüente em solos onde se praticam queimadas.

carqueja
Carqueja (Bacharis articulata)
Pobreza do solo, compactação superficial, prefere solos com água estagnada na estação chuvosa.

carrapicho-de-carneiro
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
Deficiência de Cálcio.

Equisetum_sp
Cavalinha (Equisetum sp.)
Indica solo com nível de acidez de médio a elevado.

Chirca (Eupatorium bunifolium)
Aparece nos solos ricos em Molibdênio.

dente-de-leao
Dente-de-leão (Taraxacum officinale)
Indica solo fértil.

Grama-seda (Cynodon dactylon)
Indica solo muito compactado.

sida-sp
Guanxuma (Sida sp.)
Solo compactado ou superficialmente erodido. Em solo fértil fica viçosa; em solo pobre fica pequena.

lingua-de-vaca
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius)
Solos compactados e úmidos. Ocorre freqüentemente após lavouras mecanizadas e em solos muito expostos ao pisoteio do gado.

maria-mole
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Solo adensado (40 a 120 cm). Regride com a aplicação de potássio e em áreas subsoladas.

Mio-mio (Baccharis coridifolia)
Ocorre em solos rasos e firmes, indica deficiência de Molibdênio.

raphanus_raphanistrum
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Deficiência de Boro e Magnésio.

picao-preto
Picão preto (Galinsoga parviflora)
Solo com excesso de Nitrogênio e deficiente em micronutrientes, principalmente Cobre.

samambaia
Samambaia (Pteridium aquilinium)
Alto teor de alumínio. Sua presença reduz com a calagem. As queimadas fazem voltar o alumínio ao solo e proporcionam em retorno vigoroso da samambaia.

Sapé (Imperata exaltata)
Indica solos ácidos, adensados e temporariamente encharcados. Ocorre também em solos deficientes em Magnésio.

tansagem
Tansagem (Plantago maior)
Solos com pouca aeração, compactados ou adensados.

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Tiririca (Cyperus rotundus)
Solos ácidos, adensados, anaeróbicos, com carência de Magnésio.

urtiga
Urtiga (Urtica urens)
Excesso de Nitrogênio (matéria orgânica). Deficiência de Cobre.


Fonte : http://teiaorganica.com.br/blog/ervas-daninhas-nao-plantas-indicadoras/

ERVAS-DANINHAS NÃO. PLANTAS INDICADORAS!

Costumamos chamar alguns vegetais de ervas-daninhas ou plantas invasoras. Muitas são comestíveis (nossas queridas Pancs), mas outras não. Todas, contudo, são vegetais extremamente importantes para a reparação de solos e, sobretudo, indicam qual a qualidade de um solo em determinado momento. Em vez de querer nos livrar delas, vamos aprender o que as “daninhas” têm a ensinar! E veja se você consegue identificar o que se passa com a terra a partir da leitura dessa matéria.

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Trevo (Oxalis Oregana

Por Guilherme Ranieri* / Blog Matos de Comer

Mais do que errado, o termo ervas daninhas é preconceituoso e baseado numa visão utilitarista. Repare, o termo daninhas já indica que elas são prejudiciais, perniciosas, que causam dano. Mas, elas causam mesmo? Na natureza não existe nada que cause dano. Felizmente só conseguimos falar de bem e mal, um discurso que envolve a moral, para questões humanas, e as plantas são vegetais. Nem bons, nem maus. Nunca daninhos, danosos. Só a partir desse raciocínio, o termo “erva daninha” já começa a parecer errado.

O termo ruderais é sinônimo de ervas-daninhas, mas sem esse juízo de valores em cima delas. Ruderal significa “planta que acompanha o homem”. Ou seja, onde o homem vai e desmata, queima, corta, lá vem as plantas ruderais para ocupar o solo. As plantas espontâneas, que nascem sozinhas.

Essas plantas têm a habilidade de deixar o ambiente sempre mais fértil, mais solto, mais úmido e mais rico em vida. Sempre. São aquelas que nascem onde nada mais nasce, e vão preparando terreno até que as plantas mais sensíveis possam nascer, seguidas de plantas maiores, até a reposição da vegetação.  Dessa forma, raramente você verá as plantas ruderais, “daninhas”, numa floresta com solo rico e fértil. Ali, elas não tem mais trabalho a fazer. Aliás, há sementes que ficam décadas no solo esperando o solo ficar compactado, seco, pobre e raso para brotarem. É o plano de saúde do solo. A esse “plano de saúde” natural damos o nome de banco de semente do solo. Se a terra fica doente, essas sementinhas entram em ação. E não, não estou inventando nada disso. Ana Primavesi já escreveu sobre isso.

Aí está a mágica! Certas plantas têm essa função na natureza, a de equilibrar, reetabelecer. Por exemplo, se o solo está muito compacto, a tendência é que nasçam plantas de raízes longas e profundas. Elas naturalmente descompactam o solo e o deixam fofinho, permitindo a entrada de água. Espécies não comestíveis como a vassourinha de botão e a guanxuma são terríveis de arrancar porque a raiz vai fundo na terra. Quando a planta morre, essas raízes viram túneis onde a água e a fertilidade penetram. E a terra vai afofando, afofando.

Ou, ainda, se o solo é rico em nitrogênio e pobre em outros nutrientes, plantas que toleram esses altos teores crescem rapidamente. Isso explica, por exemplo, a presença de picão e guasca em locais que se joga água de reúso, beira de calçada e até perto de ralos – porque são ricos nesse nutriente, que será reciclado por essas plantas. Calçadas onde cachorro faz xixi (xixi é rico em nitrogênio), também são infestadas por essas plantinhas.

Assista a esse vídeo super explicativo sobre as condições de germinação do solo e as funcionalidades das daninhas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

ROSA DO DESERTO

Boa tarde Blogueiros;

Como chegam até mim muitas perguntas sobre Rosa do Deserto , achei interessante esse site que segue o link abaixo e decidi colocar aqui para vocês.

http://www.adeniumsa.com.br/index.html

Obrigado pelas visitas.

Grande Abraço;

Rodrigo Sanchez.


Como fazer as Rosas-do-deserto florirem

                As rosas-do-deserto (Adenium obesum), podem manter-se floridas durante o ano todo. No entanto, em regiões de clima temperado pode acontecer de perderem as folhas e entrarem em dormência durante o inverno. Mas isto só acontece durante uns dois meses, quando a temperatura estiver realmente baixa. Já em regiões de clima tropical, elas vão te dar flores o ano todo.

É possível incentivar a floração das rosas-do-deserto com duas técnicas: poda drástica e adubação.



               Nas podas drásticas, deve-se eliminar todas as folhas e galhos da planta, distanciadas de cinco a quinze centímetros do caudex. Deverão ser eliminadas a folhas, para incentivar novas brotações, pois a planta vai entender que precisa das folhas para respirar e fazer a fotossíntese. Aproveite esta poda, para dar formato à sua planta. Como por exemplo: uma copa mais arredondada, achatada, em extratos, enfim, você dá a planta o formato que desejar. Depois desta poda, virão as novas brotações, e logo em seguida vão aparecer os primeiros botões florais.
Você pode também aproveitar os ramos desta poda para fazer mais mudas por estaquia. Com a propagação por estacas, você terá mais plantas e mais flores, de uma forma bem mais rápida. Isso, porque a estaquia é um método de propagação vegetativa, que utiliza partes de indivíduos já adultos, comparando-se com a propagação por sementes.
Utilize sempre tesouras ou facas afiados e preferencialmente esterilizadas entre cada planta. Faça cortes precisos e limpos, sem mastigar os ramos e de forma a evitar o acúmulo de água no ponto do corte. Depois dos galhos podados, passe um pouco de canela em pó no local. A canela em pó age como um fungicida natural. Com a prática e os devidos cuidados na poda, basta secar o local do corte e nem é necessário passar nada, pois por se tratar de uma suculenta, a rosa-do-deserto cicatriza rapidamente.
Coloque a planta podada longe do sol direto, podendo até ser levada para o interior da casa. Depois de três a quatro dias, coloque a planta para receber o sol da manhã, e quando notar as brotações pode colocá-la no sol pleno. Elas gostam do sol. Logo após a formação dos novos ramos, a planta começará a florir e, dependendo dos cuidados e temperatura, continuarão floridas por muito tempo.
A outra maneira usada para incentivar as floradas é através da adubação. Os principais nutrientes para que sua plante nunca deixe de florir são, por ordem de importância, potássio, cálcio e fósforo. O nutriente que deverá ser usado na menor quantidade é o nitrogênio, pois ele estimula o crescimento vegetativo da planta, tornando-a muito alta e com ramos delgados e compridos, não dando a planta aquela forma característica, tão bonita e compacta.
Como sou adepto ao natural e orgânico, uso cascas de bananas, farinha de ossos e farinha de casca de ovos. Além, é claro, do composto orgânico. Leia mais sobre esses fertilizantes em:
Todas estas estas adubações deverão ser sempre seguidas de uma rega. Mas tenha em mente que as rosas-do-deserto não suportam o excesso de água. Faça estas adubações sugeridas quando o substrato estiver seco, e após as adubações uma rega sem excessos.
Tomando todos estes cuidados, você terá um bela planta com flores, praticamente o ano todo. Existe algo mais .

Fonte :http://www.jardineiro.net/como-fazer-rosas-deserto-florirem.html

Viveiro

Segue abaixo as fotos das mudas que estamos fazendo para venda, estamos muito no começo...porém bem difícil com muito poucas vendas, poucas ...