sexta-feira, 26 de março de 2010

Gengibre-branco - Hedychium coronarium





Nome Científico: Hedychium coronarium
Nome Popular: Gengibre-branco, lírio-do-brejo, lágrima-de-moça, lírio-branco, borboleta, lágrima-de-vênus, jasmin-borboleta
Família: Zingiberaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia Tropical
Ciclo de Vida: Perene
Excelente planta palustre, o gengibre branco é muito vistoso. Sua folhagem é verde brilhante e muito onamental. As flores são brancas, grande e muito perfumadas e se formam o ano todo. Este gengibre é ideal para margens de lagos e espelhos de água e serve de abrigo para a fauna silvestre. Seu crescimento é muito rápido. Deve ser cultivada em grupos para melhor valorização de seu efeito paisagístico.

Esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e brejosos, isto é, permanentemente molhados, sem no entando ficar abaixo da água. Seu porte varia entre 1,5-2,0 metros de altura. Deve se cultivada a pleno sol. Apresenta potencial invasivo. Multiplica-se por divisão das touceiras, tomando o cuidado de deixar uma boa parte de rizoma com cada muda.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/hedychium_coronarium.php

Buquê-de-noiva - Spirea cantoniensis




Nome Científico: Spirea cantoniensis
Sinonímia: Spirea reevesiana
Nome Popular: Buquê-de-noiva, grinalda-de-noiva
Família: Rosaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene
O buquê-de-noiva é um arbusto decíduo e gracioso, de beleza delicada e romântica. Seus ramos são longos, ramificados e curvados e apresentam folhas de coloração verde-escura, pequenas, lanceoladas e com bordos serrilhados. As flores são rosas em miniatura, e podem ser simples ou dobradas, sempre brancas, reunidas em pequenos buquês. A floração ocorre na primavera e início do verão. A variedade de flores dobradas "lanceata" é a mais cultivada.

Ganha destaque especial quando plantado isolado ou pequenos grupos, inserido em um cenário romântico, mas também é adequado para a formação de cercasvivas e renques em grupos. Devido aos ramos longos, pode ser conduzido como trepadeira sobre treliças e outros suportes pequenos, desde que adequadamente tutorado e amarrado. O buquê-de-noiva é interessante em jardins de estilo europeu, como o francês, o inglês e o mediterrâneo.

Deve ser cultivado sempre sob pleno sol, embora tolere a sombra parcial, em substrato rico em matéria orgânica, com boa drenagem. Adubações anuais e regas regulares garantem uma floração abundante. As podas contribuem para uma forma mais compacta e arredondada, pois estimulam a ramificação e a renovação da ramagem, mas só devem ser feitas após a floração. Aprecia o clima frio. Multiplica-se por estaquia e por sementes.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/spirea_cantoniensis.php

Palmeira-laca - Cyrtostachys renda





Nome Científico: Cyrtostachys renda
Sinonímia: Cyrtostachys lakka
Nome Popular: Palmeira-laca, Palmeira-laca-vermelha, Palmeira-vermelha, Palmeira-lacre, Palma-de-cera, Palmeira-de-cera
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Malásia, Indonésia, Tailândia, Bornéu e Sumatra
Ciclo de Vida: Perene
A palmeira-laca é uma planta tropical de grande efeito paisagístico, que chama a atenção pelo colorido vermelho vivo dos pecíolos e bainhas foliares. Ela apresenta múltiplos estipes (caules) verdes, anelados, lisos, entouceirados, com diâmetro de 5 a 7 centímetros e altura de até 6 metros cada, podendo chegar a 9 metros nas ilhas de onde é nativa. As folhas são pinadas, arqueadas, verdes, com cerca de 50 folíolos lineares, e pecíolos e bainhas de cor vermelha ou laranja, de acordo com a variedade. A inflorescência é ramificada, e sua cor, inicialmente verde, vai gradativamente se tornando vermelha. Os frutos são do tipo drupa, oblongos e negros quando maduros.

A palmeira-laca é perfeita para composições de paisagismo tropical. No jardim, ela pode ser utilizada isolada, como destaque, ou em grupos, como em maciços ou renques ao longo de caminhos e muros. O vermelho vibrante em contraste com o verde das folhas quebra a monotonia de verde que às vezes toma conta de jardins tropicais. Quando jovem, pode ser plantada em vasos, adornando varandas, pátios e mesmo em interiores bem iluminados. Também é indicada para jardins litorâneos, por tolerar a salinidade do solo.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade e é muito sensível ao frio. Em regiões com estações bem marcadas, a palmeira-laca pode ser conduzida em interiores e estufas durante o inverno e voltar para o jardim na primavera e verão. É capaz de tolerar encharcamentos, mas não resiste a estiagem. Multiplica-se por sementes, preferencialmente recém colhidas, e divisão das touceiras. As sementes germinam em um período que varia dois meses até um ano.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/cyrtostachys_renda.php

Cânfora-de-jardim - Artemisia camphorata




Nome Científico: Artemisia camphorata
Nome Popular: Cânfora-de-jardim
Família: Asteraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
A cânfora-de- jardim é uma erva medicinal, de folhas recortadas, verde-acinzentadas e ricas em óleos essenciais e aromáticos. Ela não deve ser confundida com a cânfora (Cinnamomum camphora), de origem asiática e de porte arbóreo.

É uma planta tóxica em altas concentrações e seu uso deve ser apenas externo, em pomadas, tinturas, compressas ou em infusões para inalação dos vapores desprendidos. Além de suas utilizações medicinais, a cânfora-de-jardim apresenta ações alelopáticas, com efeitos fungicidas, herbicidas e repelentes, tornando-se uma planta útil ou daninha dependendo da situação.

Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica para uma boa produção. As regas devem ser regulares, porém não tolera o encharcamento. Multiplica-se facilmente pela divisão das touceiras.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/artemisia_camphorata.php

Erva-de-gato - Nepeta sp




Nome Científico: Nepeta sp
Nome Popular: Erva-de-gato, Menta-de-gato, Hortelã-de-gato, Hera-persa, Gatária, Bombocado-de-gato, Erva-gateira, Erva-gato, Erva-dos-gatos, Neveda-dos-gatos
Família: Lamiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa, Ásia e África
Ciclo de Vida: Perene
O gênero Nepeta apresenta cerca de 250 espécies. As plantas deste gênero são conhecidas como erva-de-gato, devido ao efeito que provocam nos felinos. Essas plantas possuem uma substância ativa chamada Neptalactone que age como um feromônio, atraindo, relaxando ou estimulando a maioria dos felinos. As espécies mais cultivadas de Nepeta são a N. cataria (erva-de-gato verdadeira), a N. grandiflora (erva-de-gato gigante) e a N. faassenii (erva-de-gato ornamental).

As ervas-de-gato são plantas herbáceas, em sua maioria perenes, com hastes fortes, eretas, ramificadas que medem cerca de 50 a 100 centímetros de altura. Apresentam folhas opostas, rugosas, de cor verde-acinzentada e muito aromáticas. As inflorescências são terminais, em espiga, com numerosas flores bilabiadas, tubulares, azuis, brancas ou violáceas, que se formam na primavera e verão. A floração é bastante atrativa para as abelhas e borboletas.

A erva-de-gato é apropriada para o plantio isolado ou em grupos, formando maciços densos e bordaduras, ao longo de caminhos ou demarcando áreas. Ela é muito democrática e vai bem em diversos estilos de jardim, sendo muito popular nos de estilo "country" (jardim campestre ou de casa de campo), mediterrâneos, sensoriais e rochosos. Serve ainda como forração, sendo apropriada para taludes. A erva-de-gato têm um aspecto arredondado natural e apresenta baixa manutenção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Depois de bem estabelecida é tolerante a curtos períodos de estiagem. Não tolera encharcamentos. Após a floração, deve-se podar abaixo das flores murchas, estimulando assim seu desenvolvimento. Apesar de perene, pode perder a beleza com o tempo, devendo ser replantada a cada 3 anos. Multiplica-se por sementes e por divisão da ramagem na primavera e verão.


Medicinal
Indicações: cólicas abdominais, bronquite crônica, catarro bronquial, inflamações, febre, hidropsias, insônia, resfriados, tosse, dismenorréia.
Propriedades: Analgésica, anticatarral, antiespasmódica, calmante, carminativa, emenagoga, estomáquica, expectorante, antitérmica, sedativa.
Partes usadas: Folhas, flores e ramos.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/nepeta_sp.php

Dedaleira - Digitalis purpurea




Nome Científico: Digitalis purpurea
Sinonímia: Digitalis tomentosa
Nome Popular: Dedaleira, digitalina, erva-dedal, abeloura, erva-albiloura, digital
Família: Plantaginaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa
Ciclo de Vida: Perene
A dedaleira pode ser cultivada como medicinal, por encerrar digitalina, e também como ornamental. As folhas são rugosas, em roseta e com nervuras elevadas na face inferior, que é mais clara. A inflorescência é bastante longa e composta de flores em formato de dedal, podendo ser róseas, roxas ou brancas, com pintas na parte interna, de acordo com a variedade.

Se impedida de terminar o ciclo através do corte da inflorescência murcha, retorna a florescer. Sua utilização medicinal deve ser muito criteriosa pois é uma planta muito tóxica em doses altas e se administrada a pessoas que não necessitam de seus efeitos. Excelente para bordaduras e maciços, jardineiras e vasos.

Devem ser cultivadas sempre a pleno sol, em solos férteis e enriquecidos com matéria orgânica. Floresce na primavera e verão. Indicada para regiões de altitude e clima ameno. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta. Requer reformas bienais dos canteiros.

Medicinal
Indicações: Insuficiência cardíaca, arritimias.
Propriedades: Cardiotônica.
Partes usadas: Folhas e flores (Cuidado Planta Muito Tóxica).

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/digitalis_purpurea.php

Cacto - Margarida





Nome Científico: Lampranthus productus
Sinonímia: Mesembryanthemum productum
Nome Popular: Cacto-margarida
Família: Aizoaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Suculenta rasteira e muito florífera, o cacto-margarida apresenta folhagem semelhante a das onze-horas. Suas flores formadas na primavera e verão são róseas e muito visitadas por abelhas. É uma planta versátil, podendo ser utilizada com forração, canteiros, maciços, bordaduras e em vasos, inclusive vasos supensos, em que ela fica pendente.

Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil, leve e com boa drenagem, regado a longos intervalos. Tolerante ao frio. Multiplica-se por estacas feitas após o florescimento.

Sua floração acontece em Outubro no Outono, pode-se fazer mudas delas por estaquia , deve ser regada apenas uma vez por semana.

Parte da Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/lampranthus_productus.php

Sapatinho-do-diabo ou Pedilanthus tithymaloides



Nome Científico: Pedilanthus tithymaloides
Sinonímia: Euphorbia tithymaloides, Tithymaloides myrtifolium, Tithymalus myrtifolius
Nome Popular: Sapatinho-do-diabo, Dois-amores, Dois-irmãos, Picão, Sapatinho-de-judeu, Sapatinho-dos-jardins, Planta-zigue-zague, Zigue-zague, Pedilanto
Família: Euphorbiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Tropical
Ciclo de Vida: Perene
O sapatinho-do-diabo é um arbusto suculento, de seiva leitosa, nativo das florestas tropicais secas da América Central e América do Sul. Atingindo cerca de um metro e meio de altura, ele apresenta ramos verdes, em zigue-zague, que acompanham a disposição alterna das folhas. As folhas são ovais, coriáceas e de acordo com a variedade podem ser verdes ou variegadas de branco, creme e rosa. As flores são protegidas por brácteas róseas ou vermelhas, que dão à flor um aspecto de sapatinho. Suas flores são atrativas para beija-flores e abelhas.

No paisagismo o sapatinho-do-diabo pode ser utilizado isolado ou em grupos, formando bordaduras ou maciços. Seu porte pode ser facilmente controlado através de podas. Da mesma forma, é possível estimular a ramificação e a renovação da planta com cortes periódicos. Uma planta velha e que perdeu as folhas, pode ser rejuvenescida com uma poda drástica, que deixe poucos centímetros dos ramos acima do solo. A escolha desta espécie geralmente é feita devido à sua folhagem e ramos de aparência exótica, no entanto, eventualmente a planta nos presenteia com sua delicada floração. É possível encontrar também variedades anãs, próprias para o plantio em vasos e que podem ser aproveitados na decoração de varandas e interiores.

O sapatinho-do-diabo é alvo de muitas investigações científicas, no campo da medicina e até mesmo dos combustíveis. Diversas pesquisas indicam que a planta possui substâncias antiinflamatórias, antibacterianas e antiparasitárias. Cientistas de Taiwan, obtiveram um combustível ceroso extraído da planta que é rico em hidrocarbonetos pesados, capaz de produzir mais energia que a gasolina. Na Índia, onde escapou ao cultivo, o sapatinho-do-diabo é considerado uma importante planta daninha e pode ser encontrado em muitos terrenos baldios.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado com moderação. Tolerante a solos pobres e curtos períodos de estiagem. Aprecia o calor, não tolerando frio intenso, geadas ou encharcamento. Quando enfrenta seca muito prolongada perde as folhas. As fertilizações devem ser restritas à primavera e verão. Multiplica-se por facilmente por estacas. Deve-se ter muito cuidado ao manipular e podar a planta, pois seu látex é cáustico e tóxico, podendo causar queimaduras em contato com a pele e mucosas.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/pedilanthus_tithymaloides.php

Pluma ou Capim-dos-Pampas




Nome Científico: Cortaderia selloana
Sinonímia: Arundo selloana, Arundo dioica, Cortaderia argentea, Cortaderia dioica, Gynerium argenteum
Nome Popular: Capim-dos-pampas, pluma, penacho-branco, cortadeira, cana-dos-pampas
Família: Poaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil e Argentina
Ciclo de Vida: Perene
O capim-dos-pampas é gigante, chegando a 2,5 metros de altura. Suas inflorescências se parecem com grandes plumas e podem ser de coloração branca, amarelada ou arroxeada, formadas principalmente no verão. As folhas são longas, lineares e com bordas cortantes. Sendo um planta diferente, sua beleza é ressaltada se utilizada isolada em gramados, podendo ser plantada em conjuntos. Presta-se também como flor de corte.

Deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil e com regas periódicas. Tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão da touceira.


FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/cortaderia_selloana.php

Sida sp




Nome Científico: Sida sp
Nome Popular: Vassoura, relógio, guaxima, guanxuma, guanxuma-branca, malva-preta, malva-brava, chá-da-índia, vassoura-de-relógio, vassourinha, malva, vassoura-do-campo
Família: Malvaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Américas
Ciclo de Vida: Perene
A vassoura é uma planta herbácea, de reconhecido valor medicinal, originária das Américas. Apresenta folhas simples em forma de losango, ou oval-lanceoladas, com bordos serrilhados. Seus ramos vão lignificando com o tempo, motivo pelo qual também é considerada um sub-arbusto. As flores são amarelas, com cinco pétalas, com o centro avermelhado às vezes.

Há muitas espécies de Sida, todas consideradas daninhas, principalmente em pastagens, pois o fato de não serem palatáveis ao gado favorece sua permanência e multiplicação nos campos. Algumas espécies são utilizadas na fitoterapia popular ou substituirem a juta na produção de cordas e sacos de aniagem, devido à resistência de suas fibras. É bastante popular sua utilização para a confecção de vassouras artesanais, o que lhe valeu um dos nomes populares.

Na década de 30, na Índia foi estimulada a produção de Sida rhombifolia para a obtenção de fibras, e atualmente é grande a sua importância medicinal neste país, onde recebe o nome popular de "bala". A espécie Sida carpinifolia é tóxica quando ingerida, sendo responsável por intoxicações naturais em animais, provocando alterações neurológicas.

A vassoura é muito rústica e se desenvolve sob sol pleno ou meia-sombra, adaptando-se a solos pobres ou férteis. É uma planta originária de trópicos e subtrópicas e portanto não é tolerante ao frio excessivo. Multiplica-se por sementes.


FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/sida_sp.php

terça-feira, 2 de março de 2010

Compare Milho e Ervilha !




Compare Milho com a Ervilha :

1º Ossos Fortes: Além de afastar a fadiga , o fósforo forma par com o cálcio para fabricar massa óssea novinha em folha. O MILHO VENCE O DUELO DISPARADO.
Milho ....89mg
Ervilha...1mg

2º Atenção Hipertensos: A verdinha tem mais do que o dobro da quantidade de sódio, que faz a pressão disparar. Para mantê-la sob controle, FIQUE COM O MILHO.
Milho....260mg
Ervilha..560mg

3º Puro Músculo: A ERVILHA POSSUI UMA PITADA A MAIS DE PROTÉINAS, essencias para turbinar os músculos e desenvolver os demais tecidos do corpo.
Milho....2,3g
Ervilha..5,3g

4ºCheio de energia: Os carboidratos dão aquele pique a mais para enfrentar o desgaste do dia-a-dia.MAIS UM PONTO PARA A ERVILHA.
Milho....15g
Ervilha..22g

5ºEstômago perfeito: As filbras não só regulam o funcionamento do intestino como dão uma bela ajuda para quem sofre de gastrite. NESSE QUESITO A ERVILHA SAI NA FRENTE.
Milho....4,3mg
Ervilha..4,5g

6ºPara viver mais: A vitamina E ajuda a manter o vigor das células do corpo por mais tempo. AQUI A ERVILHA LEVA A MELHOR.
Milho....0,4mg
Ervilha....9mg

7ºSihueta esbelta: Quem está preocupado com o ponteiro da balançadeve APOSTAR NO MILHO,QUE É MENOS CALÓRICO.
Milho....83cal
Ervilha..109cal

No fim do duelo vence a Ervilha com 4 x 3 Milho, as quantidades comparadas correspondem a 130g de milho e ervilha.

FONTE: Revista Saúde, Ed nº312 junho de 2009, Por Paula Desguaido.

10 Razões para contratar um Paisagista !!!!




10 razões para você contratar um paisagista

Vivemos cercados de profissionais. 0 médico que cuida de nossa saúde, o arquiteto e o engenheiro que constroem nossas casas e por aí vai. A tarefa de criar um jardim bonito, prático e funcional também deve ser entregue a um profissional: o paisagista


1. Mais qualidade de vida
Segundo a Organização das Nacões Unidas, é preciso de pelo menos 16 m² de área verde por habitante para diminuir o estresse urbano e se ter qualidade de vida. 0 paisagista trará esse bem estar para sua casa ou empresa.

2. Contribuir para o meio ambiente
Apenas um exemplo: uma árvore de 15 ou 20 anos consegue absorver uma tonelada de C0². A função primordial do paisagismo é criar e valorizar áreas verdes.

3. Economia
Investir em um bom projeto de jardim pode representar no futuro menos dor de cabeça e gastos com desperdícios, retrabalhos, manutenção, calçadas quebradas, infiltrações, em função de erros na especificação de plantas, preparo de solo, entre outros.

4. Idéias criativas
0 profissional pode não só atender aos seus pedidos (e dizer se são viáveis), mas também sugerir idéias novas, as quais você nem tinha imaginado.

5. Excelente terapia
0 contato com a natureza e a prática de jardinagem são ótimos recursos para desacelerar, descansar a mente e só pensar em coisas boas.

6. Melhor aproveitamento da área
0 que antes era um cantinho abandonado em uma casa pode se tornar um espaço a mais para desfrutar, basta criar um recanto gostoso que as pessoas terão mais vontade de ficar nele. Seja uma pequena varanda ou sacada, o quintal dos fundos da casa ou o jardim de uma chácara.

7. Bonita por dentro e por fora
A área externa é o cartão de visitas de sua casa. 0 que adianto investir para deixá-la bonita só por dentro?

8. Menos estresse e mais tempo
Por que se preocupar em escolher e comprar plantas, vasos ou pisos? 0 profissional sabe harmonizar todos esses elementos e conhece os melhores fornecedores da área, podendo ainda supervisioná-los.

9. Impulsiona vendas
Na hora da venda, uma boa impressão conta muito. Um imóvel com paisagismo bem-feito é mais valorizado e vende mais rápido, segundo pesquisa do Secovi.

10. Auxílio na construção
0 paisagista pode participar desde a escolha do terreno e implantação da casa, analisando juntamente com o arquiteto a vegetação a ser preservada, a topografia do terreno e as modificações para a obra se encaixar no entorno.

FONTE:http://www.paisagismobrasil.com.br/index.php?system=news&news_id=1417&action=read