segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sangra d' água ou (Croton urucuana).














Encontrada com bastante frequência na região. Ocorre especialmente nas margens de cursos d'agua e lagoas.
Árvore de pequeno a médio porte, 3 a 15 metros de altura. Conforme se vê na imagem, tem um aspecto peculiar com as folhas velhas vermelhas ou alaranjadas. Folhas simples, com formato de lança, haste comprida, 12 cm. Flores em cacho voltado para cima, brancas, muito atrativas para insetos e beija flores. Fruto redondo tripartido, 0,5 a 1 cm, superfície árpera. Abre-se em tres partes, expulsando as pequenas sementes, que são procuradas pela fauna.

Ocupa facilmente espaços em regiões degradadas pois seu crescimento é rápido, floresce em Janeiro. Frutos maduros de Agosto a Setembro.
Apesar de ainda estar em estudo o látex desse árvore é usado para tratar feridas.

Fonte:http://www.arvores.brasil.nom.br/new/sangradagua/index.htm

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ambientes Inspiradores......


FONTE: Revista Natureza, Ed;268.Ed: Europa.

Camélia ou Camellia japonica.


Nome Científico: Camellia japonica
Sinonímia: Thea japonica
Nome Popular: Camélia, japoneira
Família: Theaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Japão, China e Coréia
Ciclo de Vida: Perene
Da mesma família do chá, a Camélia apresenta inúmeras variedades e híbridos. Versátil, pode ser utilizada como arbusto ou arvoreta. É muito popular, sendo cultivada no mundo todo, tanto em climas tropicais, como temperados. Seu tronco é lenhoso e suas folhas são elípticas, cerosas e coriáceas, serrilhadas ou denteadas. As flores solitárias, podem ser de diversos tipos, podendo ser grandes ou pequenas, simples ou dobradas, de diversas cores, sendo que as mais comuns são as brancas, as róseas e as vermelhas, e não são raras as bicolores.
Sua utilização paisagística é ampla, adequando-se a jardins europeus, orientais e contemporâneos. A época de sua floração varia de acordo com o clima em que está inserida, podendo ocorrer desde o outono/inverno até durante ano todo em regiões mais quentes. As flores podem ser colhidas e são bastante duráveis, desde que não sejam manipuladas, pois podem ficar com manchas escuras. É a flor inspiradora do romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.
As camélias podem ser cultivadas em solos ácidos, férteis e bem irrigados, à meia-sombra ou sob sol pleno. Não se adaptam a climas demasiado quentes e toleram geadas e neves. Suscetível ao ataque de cochonilhas. Multiplicam-se por estaquia e por alporquia.


FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/camellia_japonica.php
Autor: Raquel Patro

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Casca de banana pode despoluir a água.




Esnobada por indústrias, restaurantes e até donas de casa, a casca de
banana pode em breve dar a volta por cima. Descobriu-se que, a partir
de um pó feito com ela, é possível descontaminar a água com metais
pesados de um jeito eficaz e barato.

O projeto é de Milena Boniolo, doutoranda em química pela Ufscar
(Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista), que teve a
ideia ao assistir a uma reportagem sobre o desperdício de banana no
Brasil.

Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana
são desperdiçadas por semana. E isso é apenas nos restaurantes, diz a
pesquisadora.
Boniolo já trabalhava com estratégias de despoluição da água, mas eram
métodos caros -como as nanopartículas magnéticas- o que
inviabilizava o uso em pequenas indústrias.
Com as cascas de banana, não há esse problema. Como o produto tem
pouquíssimo interesse comercial, já existem empresas dispostas a
simplesmente doá-las.

MASSA CRÍTICA
Como o volume de sobras de banana é muito grande, as empresas têm
gastos para descartar adequadamente esse material. Isso é um incentivo
para que elas participem das pesquisas, afirma.
O método de despoluição se aproveita de um dos princípios básicos da
química: os opostos se atraem.
Na casca da banana, há grande quantidade de moléculas carregadas
negativamente. Elas conseguem atrair os metais pesados, positivamente
carregados.
Para que isso aconteça, no entanto, é preciso potencializar essas
propriedades na banana. Isso é feito de forma bastante simples e quase
sem gastos de energia.
Eu comecei fazendo em casa. É realmente muito fácil, diz Boniolo.
As cascas de banana são colocadas em assadeiras e ficam secando ao sol
durante quase uma semana. Esse material é então triturado e, depois,
passa por uma peneira especial. Isso garante que as partículas sejam
uniformes.
O resultado é um pó finíssimo, que é adicionado à água contaminada.
Para cada 100 ml a serem despoluídos, usa-se cerca de 5 mg do pó de
banana.
Em laboratório, o índice de descontaminação foi de no mínimo 65% a
cada vez que a água passava pelo processo. Ou seja: se for colocado em
prática repetidas vezes, é possível chegar a níveis altos de
limpeza.
O projeto, que foi apresentado na dissertação de mestrado da
pesquisadora no Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares),
foi pensado com urânio.
Mas, segundo Boniolo, é eficaz também com outros metais, como cádmio,
chumbo e níquel-muito usados na indústria. Além de convites para
apresentar a ideia no Brasil e na Inglaterra, a química também ganhou
o Prêmio Jovem Cientista.
Agora, segundo ela, é preciso encontrar parceiros para viabilizar o
uso da técnica em escala industrial.


FONTE:http://www.paisagismodigital.com/noticias/?id=Meio-ambiente:-Casca-de-banana-pode-despoluir-a-água?in=185

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Maritaca.

Alguém consegue enxergar a Maritaca?
Essa foi eu que tirei, e é da árvore da minha casa, vale a pena ver !!!!

PROJETOS RODRIGO SANCHEZ.


Olá.

Pessoal quem quiser saber sobre alguma publicação no blog, é mais fácil me mandar um email, com o seu endereço de email para eu responder , pois fica mais particular do que eu responder no blog, ao lado consta meus emails.

rodrigoschez@hotmail.com ou
rspaisagista@gmail.com.

Muito obrigado pelas visitas e pelas pergunta que me são enviadas, esse blog é para isso mesmo para esclarecer duvidas e conversar sobre a natureza mesmo.

Atenciosamente;
Rodrigo Sanchez.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Miltônia ou (Miltonia spectabilis).


Quem vê esta miltônia de perto entende o porquê do termo spectabilis em seu nome científico. Embora suas flores despontem solitárias na ponta da haste, a orquídea forma grandes touceiras, resultando em uma magnífica florada. Cada uma das flores róseo-esbranquiçadas mede cerca de 9,5 cm de diâmetro e apresenta labelo estriado em tom de lilás.
A orquídea epífita é originária da mata Atlântica das regiões Sul e Sudeste do Brasil, característica de clima tropical ou subtropical, deve ser cultivada na sombra e receber regas diárias. Adube quinzenalmente com NPK 20 - 20 - 20 e , a cada dois meses, use adubo orgânico.



FONTE: Paisagismo para Pequenos Espaços, Ed; Europa, Ed;2010, Pág;95.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Agapanto ou (Agapanthus africanus).












O nome Agapanthus, em latim, significa "flor do amor". Sugestivo, já que as flores do agapanto são bastante duráveis e dão belos arranjos, mas a espécie chama mesmo a atenção no jardim, por suas hastes florais de quase 1m de altura, no auge da beleza durante a primavera e o verão, com inflorescências globosas, compostas por inúmeras flores azuladas.
Muito Ornamental e rústico, o agapanto é uma herbácea perene nativa da África do Sul, possui características de clima subtropical, é muito encontrada em jardins do sul e do sudeste, além de tolerar regiões frias e precisa de solo rico em matéria orgânica.
A reprodução ocorre por divisão de touceiras.




Fonte: Paisagismo para Pequenos Espaços, Ed Europa, Pág;91, Ano: 2010.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Misturas Asiáticas.



Um complexo de jardins compõe o Templo de Bad, em Israel. Ele começa suspenso no cume do Monte Carmel e desce em direção ao porto de Haifa. O percurso de quase 1 Kw oferece muitas atrações, entre elas o Jardim do Templo, o décimo dos 19 jardins criados em terraços.]


FONTE: Revista Natureza: Ed:272; Ano:23; Pag;78; Editora Europa.

Ambientes Inspiradores.




quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Piracanta ou Pyracantha coccinea.












O Arbusto vive dois momentos muito distintos e de grande valor ornamental. O primeiro é quando está em flor, no início da primavera. As pequeninas e delicadas flores brancas surgem em grande quantidade por todo o arbusto, que parece encoberto de neve. O segundo momento ocorre quando aparecem os frutinhos vermelhos no verão. Além de se destacarem em meio á folhagem , acaba por atrair inúmeros pássaros ao jardim.


Atinge até 5m de altura e é utilizado como cerca viva de proteção, pois apresenta muitos espinhos e seu crescimento é fácil de ser controlado. Nativo do sul da Europa e da Ásia menor - regiões de clima temperado, pode ser cultivado em locais de clima subtropical, sempre sob sol pleno e em solo rico em matéria orgânica.




Fonte: Paisagismo para Pequenos Espaços, Ano; 2010, Pag 82. Ed; Europa.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Camarão Amarelo ou Pachystachys lutea



Durante toda a primavera e verão, o camarão-amarelo se enche de flores pequenas e brancas, que salpicam entre brácteas amarelo-ouro. O resultado é vistoso e ornamental, no paisagismo o arbusto de até 1,2m de altura e pouco ramificado costuma ser utilizado na forma de maciços, em renques ou mesmo de forma isolada.

A espécie é nativa do Peru, e pode ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo rico em matéria orgânica, o camarão-amarelo é uma planta de grande valor ornamental, indispensável para quem deseja atrair beija-flores para o jardim.


Fonte:Paisagismo para Pequenos Espaços; Pag;80, Editora Europa; Ano:2010.