quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MALMEQUER ou (Aspilia montevidensis)



Típica de regiões subtropicais do Brasil, a herbácea de até 50cm de altura floresce durante toda a primavera e o verão. Embora seja rústica e ornamental, seu uso no paisagismo é raro. Uma pena, porque suas flores amarelas e grandes compõem belos maciços e bordaduras, ela se reproduz por sementes.

Fonte: Revista Naureza, Ed;272, Ano;23 , de Setembro de 2010, Pág 47

Sálvia Bicolor ou (Salvia leucantha)





Apresenta folhagem longa e esreita, verde na parte de cima e branco acinzentada na parte debaixo. Surgem principalmente na primavera e no verão. No jardim costumam formar bordaduras e grandes maciços, sob sol pleno.
Originária do México a sálvia-bicolor tem porte de até 1,4m de altura. É indicada para lima subtropical mas tolera o temperado quente, precisa de solo rico em matéria orgânica.

Fonte: Revista Natureza, Ed;272, Ano;23 , de Setembro de 2010, pag;44

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ócna ou (Ocna serrulata)




Nome Científico: Ochna serrulata
Sinonímia: Ochna multiflora, Ochna atropurpurea, Ochna mossambicensis, Diporidium serrulatum
Nome Popular: Ócna
Família: Ochnaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

A ócna é uma planta arbustiva, decídua, de textura lenhosa e florescimento e frutificação ornamentais. De porte médio, alcança de 1 a 2 metros de altura, e ocasionalmente utrapassa os 6 metros, transformando-se em arvoreta. Seu caule é delgado, com casca lisa, castanha e galhos ramificados e recobertos por pontos claros e salientes. As folhas são elípticas a ovaladas, coriáceas e com margens serrilhadas. Quando jovens elas são bronzeadas e gradativamente adquirem a cor verde brilhante. As flores amarelas, delicadas e breves surgem na primavera, ao longo dos ramos. Elas atraem abelhas e borboletas. Após a queda das flores, os cálices persistem e, apesar de inicialmente verdes e discretos, tornam-se vermelhos e vistosos com o tempo. Junto com o cálice permanece o receptáculo floral, hipertrofiado e vermelho, com os frutos em desenvolvimento, resultando em um curioso conjunto. Os frutos são bagas ovóides, negras quando maduras e muito atrativas para os pássaros. As sementes se disseminam pela ação das aves.

No paisagismo, este arbusto gracioso e de copa arredondada pode ser utilizado isolado ou em grupos, formando renques informais ou formais, pois, mesmo que sua forma natural seja bela, a ócna tolera podas de formação. As podas, realizadas após a frutificação, estimulam um aspecto mais denso e dão o formato desejado à planta. Produz uma excelente cerca-viva, bastante resistente aos ventos. Também pode ser plantada em vasos, sendo comum essa forma de cultivo em países de clima temperado, onde permanece ao ar livre nos meses quentes e é protegida em interiores durante o inverno. Devido à facilidade de propagação, esta espécie pode se tornar invasiva em determinadas situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo humoso, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A ócna aprecia o calor e a umidade, vegetando melhor em regiões livres de geadas, mas é capaz de resistir a geadas leves. Multiplica-se por sementes, que devem ser postas a germinar ainda frescas, sem armazenamento. A germinação leva cerca de seis semanas. Também se propaga por estaquia dos ramos semi-lenhosos, postos a enraizar na primavera e verão.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/ochna_serrulata.php

Mussaenda-Frondosa (Mussaenda frondosa)




Muito Ornamental, essa mussaenda apresenta belas inflorescências compostas por sépalas - tipo de pétala do cálice floral - brancas e pequenas flores alaranjadas. Outra qualidade é florescer praticamente o ano todo. O arbusto é originário da índia e da Malásia, chega aos 3m de altura e pode ser cultivado ao longo de muros e cercas ou formando maçicos e canteiros. Típico de clima tropical, a planta tolera o subtropical litorâneo de baixa altitude e deve ser cultivada em solo fértil, mantido sempre úmido. Sua reprodução é por estaquia ou sementes.

Fonte: Revista Natureza, Ed; 267, Ano;23 , De Abril de 2010, Pag;9.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Alpínia -Variegada (Alpinia zerumbet "variegata)






Trata-se de uma herbácea vigorosa e ornamental. Suas folhas apresentam estrias amareladas e são mais largas do que a espécie original (Alpinia zerumbet). Tem flores esbranquiçadas, carnosas, e com textura cerosa. Reunidas formam grandes cachos pendentes. Originária da China e do Japão, a Alpínia- variegada atinge ape 3m de altura. Mesmo tipica e clima tropical, tolera as temperaturas de regiões de baixa altitude ou litorâneas. Reproduz-se por divisão de touceras e deve ser cultivada a meia-sombra.

Fonte: Revista Natureza, Ed;268, Ano;23, MAIO DE 2010, Pág;9

Roda-de-Fogo (Stenoarpus sinuatrus)





Nativa da Austrália, a árvore apresenta flores muito exótica que surgem sucessivamente do verão ao outono. Elas não apresentam pétalas, mas inúmeros estames vermelhos com antenas amarelas, dispostos em círculo. Isso faz com que pareçam chamas - vem daí seu nome popular roda-de-fogo. Típica de clima tropical mas tolerante a clima subtropical ameno, a planta atinge, em média 9m no Brasil, enquanto na Austrália chega a 30m.

Fonte: Revista Natureza; Ed;268, Ano;23 , Maio de 2010, Pág;9.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trombeta da China ou (Campsis grandiflora)





Ela apresenta uma florada vigorosa, que inicia no verão e vai até o outono. São flores vermelho-alaranjadas ricas em néctar e muito atrativas para os beija-flores. Por apresentarem raízes adventícias(que aderem com facilidade a estruturas) e ramos de até 10m de comprimento, a trombeta -da - china é ideal para o cultivo junto a muros. De origem asiática, essa trepadeira perde suas folhas no inverno e suporta bem o frio e a geada . Por isso é muito cultivada no sul do Brasil.

FONTE: Revista Natureza, Ed;269, Ano;23 , Julho de 2010; Pag;9 .

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

GUAPURUVU OU Schizolobium parahyba.




Com até 30M de altura, essa árvore nativa da Mata Altântica brasileira é muito imponente. Ela chama ainda mais atenção no inverno e na primavera, quando está desprovida de folhas, mas repleta de inflorecências espigadas e amarelas. Devido ao seu porte, o guapuruvu costuma ser cultivado em parques, praças ou grandes jardins sempre longe de áreas de construções. Isso porque seus ramos são frágeis e costumam quebrar com chuvas torrenciais e ventanias. Propaga-se por sementes e pode ser plantado em todo Brasil.

Fonte: Revista Natureza, Ed;272, Pag;9 , Setembro de 2010.

domingo, 12 de setembro de 2010

Chegamos a 100 Postagens!!




Pessoal o Blog chegou a 100 Postagens , gostaria de agradecer a todos por visitarem esse blog, cada vez que entro em meu blog e vejo que há 3,4 5 pessoas online é uma felicidade sem fim, começei a escrever nesse blog so por gostar de plantas, mas não imaginaria que um dia me tornaria Paisagista.
Mas consegui isso que era meu sonho e tenho certeza é isso que amo fazer.
Obrigado a todos por visitarem esse blog, ajudem a divulga-lo para que possamos chegar a 200, 300, postagens.

Muito Obrigado mesmo de Coração.

PROJETOS RODRIGO SANCHEZ.

sábado, 11 de setembro de 2010

Projetos Rodrigo Sanchez.

DEPOIS DE IMPLANTADO.




ANTES DA IMPLANTAÇÃO.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Agave americana ou Agave.



Nome Científico: Agave americana
Nome Popular: Agave, piteira-azul, pita-azul, pita
Família: Agavaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Tropical
Ciclo de Vida: Perene

Planta geométrica, muito ornamental. De folhas grandes e acinzentadas o agave é muito utilizada em parques e jardins públicos. Quando chega idade adulta emite uma grande inflorescência que chama muito a atenção. Tem o poder de manter cães e gatos afastados, devido às folhas pontiagudas e com espinhos.

No paisagismo, o agave é uma planta que se encaixa perfeitamente nos jardins tropicais e geométricos. Combina muito bem com pedras e pedriscos. Existem ainda variedades com faixas amarelas sobre as folhas. Multiplica-se pela separação das mudinhas que se formam na haste floral após a floração e por separação das mudas que surgem na base da planta mãe.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/agave_americana.php

Compare a ACEROLA com a AMORA-PRETA





Compare a ACEROLA com a AMORA-PRETA

Por Paula Desgualdo | design Letícia Raposo | foto Alex Silva
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1.Calorias
Embora nenhuma das duas seja uma ameaça para quem deseja manter a linha, a acerola é a opção menos calórica.
Acerola...................32 cal
Amora.....................43 cal

2. Proteína
A amora é mais rica na substância que ajuda a renovar os tecidos, mas nem tanto.
Amora..............1,39 g
Acerola...............0,4 g

3. Fibras
Elas botam o intestino para funcionar e ainda evitam o acúmulo de colesterol nas artérias. Nesse quesito, a amora leva a melhor.
Amora.....................5,3 g
Acerola....................1,1g

4. Vitamina C
A acerola vence o duelo de longe. Ela é a campeã em ácido ascórbico, a outra alcunha da substância que protege as células do corpo.
Acerola ............................. 1 677 mg
Amora .....................................21 mg

5. Carboidrato
Se está faltando pique para enfrentar o dia-a-dia, aposte na amora. Ela fornece um pouco mais do nutriente que dá energia.
Amora..........................9,6 g
Acerola ...................... 7,7 g

6. Cálcio
O nutriente que é amigo dos ossos aparece em maior quantidade na amora.
Amora..........................29 mg
Acerola ...................... 12 mg

7.Fósforo
Companheiro do cálcio na manutenção do esqueleto, esse mineral também melhora a resistência do organismo e afasta a sensação de fadiga. Aqui, a amora sai também na frente.
Amora ...................... 22 mg
Acerola..................... 11 mg

Fonte: RG Nutri Consultoria Nutricional, São Paulo / USDA – Departamento de Agricultura l Estados Un

FONTE:http://saude.abril.com.br/edicoes/0309/nutricao/conteudo_428653.shtml

Vegetais congelados são mais nutritivos







É verdade. O freezer preserva nutrientes importantes como vitamina C e betacaroteno, que se perdem em temperatura ambiente. Entenda por quê
por Lúcia Nascimento | Design Thiago Lyra | Fotos Alex Silva

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Desde que o médico e inventor americano John Gorrie (1803-1855) desenvolveu os primeiros sistemas de refrigeração, em 1850, a dificuldade para conservar alimentos nunca mais foi a mesma. Tudo bem que a proliferação das geladeiras domésticas só se deu anos depois, na década de 1920, mas a revolução havia começado, disparando descobertas muito além da máquina de fazer gelo. A notícia mais quente sobre o assunto mostra que o congelador, mais que solidificar água, é capaz de preservar nutrientes dos alimentos que, de outra forma, iriam para os ares.

O achado vem do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), onde se analisou o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar à mesa. À temperatura ambiente, as perdas de nutrientes alcançaram patamares entre 10 e 25%. As vítimas preferenciais foram as vitaminas. O estudo verificou prejuízos nos níveis da C, uma aliada das defesas, e nos de betacaroteno, precursor da vitamina A, que é essencial para a gente enxergar bem. Essas substâncias são classificadas como termolábeis — ou seja, sensíveis ao calor. “Por isso, quando os alimentos são refrigerados logo depois de colhidos, evita-se uma perda de seus nutrientes”, afirma Maria Elisabeth Machado Pinto e Silva, professora de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

O feijão verde é outro que se beneficia dessa estratégia gelada. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que essa vagem retém o dobro de vitamina C quando refrigerada. “Antes do congelamento, os vegetais passam por um processo conhecido como branqueamento, que é um cozimento rápido em água quente”, explica Barbara. Graças ao procedimento, são inativadas enzimas responsáveis por acelerar a extinção vitamínica. À temperatura ambiente, nem mesmo a embalagem natural das hortaliças, a casca, consegue barrar esse fenômeno.

A pausa na linha do tempo dos vegetais ocorre tanto no congelamento industrial quanto no doméstico. Porém, na indústria, além de a temperatura ser muito mais baixa, ele é instantâneo, formando cristais de gelo minúsculos. Em casa, a história é outra — e mais demorada. Além disso, as gotículas de água se unem em blocos que, ao se solidificarem, podem romper as células do alimento, modificando sua estrutura. Na hora de comer, leia-se textura. Daí que nem toda hortaliça sai do freezer ilesa, e, para algumas, o consumo logo após a compra ainda é a melhor pedida.


FONTE:httphttp://saude.abril.com.br/edicoes/0327/nutricao/vegetais-congelados-sao-mais-nutritivos-590849.shtml

Begônia.




ESSA ESPÉCIE DE BEGÔNIA NAO EXIGE MUITOS CUIDADOS E FLORESCE INTENSAMENTE O ANO TODO.

Famosas pela exuberancia, a begônia-sempre-florida(Begonia semperflorens var.cultorum)é resultante do cruzamento entre Begonia cucullata, a Begonia schmidtiana, entre outras.Além disso, a planta foi modificada geneticamente nos Estados Unidos e na Europa até ficar mais rústica e resistente.
Suas flores podem ser brancas, rosa, vermelhas ou até mescladas de duas cores.Surgem na ponta das hastes foliares praticamnete o ano todo e mais intensamente no verão. Suas folhas suculentas em tons de verde-claro ou escuro, avermelhadas ou não também são ornamentais.
Chamadas de begônias-sempre-floridas, podem ser cultivadas em regiões subtropicais ou tropicais de altitude, sob meia-sombra ou sol pleno.São indicadas para vasos os para forrar canteiros no jardim. Uma dica: como são plantas anuais é preciso renovar os canteiros anualmente.
No cultivo dessas begônias, o solo deve ser fértil, mantido úmido e adubado todo mês com NPD 4-14-8. Assim a florada sera ainda mais prolongada e vigoraosa.

Fonte. Revista Natureza, Pág;8 , Ed;266, Ano; 2010.