Florada da Caliandra , agora pela manhã.
Esse blog é destinado a todas as pessoas que amam a natureza assim como eu ,além de ter o mesmo pensamento que tenho que é " Cultivar a vida ,seja qual for". Te dou sombra.... quando você está com calor.. Te dou frutos ... quando você está com fome ... Algumas folhas minhas... são medicinais e te curam ... quando você está doente... Por tudo isso... Por quê você me derruba ? Cuide da natureza que só te quer bem ...
terça-feira, 16 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Fruta do Conde
Introdução:
A ata pertence à família Annonaceae, gênero Annona, que inclui em torno de 120 gêneros e por volta de 2000 espécies. A espécie Annona squamosa produz frutos delicados, considerados dos melhores do gênero. A ata é também conhecida como pinha e fruta-do-conde no Brasil, anona blanca, sweetsop, anon, anona, rinon, atta del Brasil, srikaya, atis, etc..
De acordo com Braga (1960), a ateira é uma planta americana, talvez originária das Antilhas e regiões circunvizinhas. As Anonáceas são fruteiras tipicamente de clima tropical, apresentam boas perspectivas econômicas para a região Nordeste do Brasil, por serem culturas altamente adaptadas às condições locais e produzirem frutos a partir do mês de janeiro, suprindo parte da capacidade ociosa da indústria de suco de caju.
Apesar de não se dispor de dados estatísticos, é notória a demanda crescente, tanto no mercado interno, como no externo pelos frutos de Annona squamosa L. Esse incremento na procura motivou os fruticultores e empresários, e tem forçado a pesquisa a desenvolver métodos para que o produtor possa acompanhá-la, tanto na qualidade como na quantidade de frutos ofertados. O interesse por parte do consumidor e da indústria de polpa, já justifica a inclusão da pinha no rol das frutas tropicais brasileiras de excelente valor comercial (Alves et al., 1998).
Segundo dados do IBGE (2000), em 1996 o Nordeste participou com 87,27% da produção brasileira, dos quais 18% foram de Pernambuco, Estado que apresenta grande potencial para o cultivo de pinha sob irrigação.
Características
Os dados relativos a caracterização da polpa da pinha madura, realizada na Embrapa Agroindústria Tropical. Segundo dados apresentados por Leal (1990), o peso da ata varia entre 210 e 265g, com as sementes representando entre 31 e 41%, a casca entre 23 e 40%, e a polpa entre 28 e 37%. O rendimento de polpa encontrado neste trabalho pode ser considerado mediano. Os frutos, considerando-se o comprimento e o diâmetro, apresentaram formato arredondado.
O conteúdo de sólidos solúveis totais, muito elevado quando comparado com a maioria das frutas, e a baixa acidez total titulável 0,34% (ácido cítrico), indicam uma elevada relação SST/ATT, o que significa a forte predominância do sabor doce.
Em trabalhos citados por Gomes (1987) são relatados teores semelhantes de sólidos solúveis - 24,82%, e acidez ainda mais baixa - 0,12%. Com relação ao conteúdo de açúcares solúveis totais, Leal (1990) observa que, após a água, o componente mais abundante na polpa de pinha são os carboidratos, que constituem entre 18,2 e 26,2%. Gomes (1987) cita um valor de 18,15% para os açúcares, sendo bem próximo ao encontrado aqui (19,23%). Deve-se destacar que aproximadamente 83% dos açúcares solúveis totais são constituídos por açúcares redutores.
As análises bioquímicas revelaram uma elevada atividade das enzimas peroxidase e pectinametilesterase, associadas respectivamente ao escurecimento e ao amaciamento da polpa desta fruta. Apesar da excelente aceitação da ata para consumo fresco, no final da maturação os frutos ainda têm teores de amido (0,87%) e de pectina total (0,66%) relativamente altos, o que pode trazer algumas dificuldades durante o processamento e a estabilização de sucos.
Utilização
As frutas são geralmente consumidas in natura, porém podem ser processadas na forma de sucos, doces e sorvetes. Pode-se fazer uma excelente bebida quando associase a polpa de pinha com leite. De acordo com Leal (1990) a polpa é usada também para sorvetes, ou na fabricação de bebidas fermentadas. O chá feito das folhas serve como laxante, e há registro na literatura do uso das sementes com propriedades inseticidas.
Cultivo
• Plantio: o ano todo, dependendo da possibilidade de irrigação e da região; prefira os meses chuvosos.
• O solo para o cultivo da fruta-do-conde deve ser de textura leve, bem drenado, farto em matéria orgânica, profundo e um pouco ácido. No mínimo 30 dias antes do plantio, abra covas de 60 x 60 x 60 centímetros, com espaçamentos que podem variar de 4 x 2 metros (pomares com alto grau de tecnificação) a 7 x 5 metros (plantios menos tecnificados). Adube com 20 litros de esterco de curral curtido, 600 gramas de superfosfato triplo, 200 gramas de cloreto de potássio e 200 gramas de calcário dolomítico. Acrescente ainda dez gramas de bórax e 20 gramas de sulfato de zinco, caso esses micronutrientes sejam insuficientes no solo.
• Clima: quente; não tolera geadas nem temperaturas baixas
• Para plantar, dê preferência a mudas enxertadas adquiridas de viveiristas credenciados, que tenham matrizes de seleções superiores. Pomares formados por sementes, além de serem heterogêneos e demorarem mais para produzir, são mais vulneráveis ao ataque de pragas e doenças de raízes e de colo. Durante o crescimento das árvores, faça podas e também uma suplementação de nutrientes (NPK).
• O desenvolvimento da planta vai bem sob temperaturas elevadas (mínimo de dez a 20 graus e máxima de 22 a 28 graus), com precipitação perto de mil milímetros ao ano. Para garantir a produção, evite regiões com excesso de chuvas no período de florescimento e maturação dos frutos. Também geadas e grandes oscilações do clima são prejudiciais à cultura. A árvore é alvo de invasores como brocas, ácaros e cochonilhas.
• Colheita: duração de 90 a 180 dias, de acordo com a região e condições climáticas.
Uso medicinal
Rica em vitamina C e do complexo B, proteínas, carboidratos, cálcio, fósforo e ferro; na medicina popular, as folhas são usadas para o tratamento de convulsões e colites, e os frutos, para debilidade geral.
sexta-feira, 22 de março de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Flor-borboleta – Rotheca myricoides
- Nome Científico: Rotheca myricoides
- Sinonímia: Clerodendrum myricoides, Clerodendrum ugandense, Cyclonema myricoides, Siphonanthus myricoides, Spironema myricoides
- Nomes Populares: Flor-borboleta, Borboleta-azul, Clerodendro-africano, Clerodendro-azul
- Família: Lamiaceae
- Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Cercas Vivas
- Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
- Origem: África, Quênia, Uganda
- Altura: 2.4 a 3.0 metros
- Luminosidade: Meia Sombra
- Ciclo de Vida: Perene
A flor-borboleta é uma planta arbustiva e florífera, caracterizada
pelas delicadas e fragrantes flores azuis, semelhantes a borboletas. Seu
caule apresenta textura semi-lenhosa e ramificada, podendo alcançar 3
metros de altura, com folhagem esparsa. As folhas são ovaladas, opostas,
com margens denteadas e cor verde escura. Floresce o ano todo em
regiões de clima quente, e na primavera, verão e outono em clima
temperado ou subtropical. As inflorescências, do tipo panícula, surgem
nas pontas dos longos e curvados ramos. Cada flor apresenta cinco
pétalas, sendo que destas quatro são de cor azul claro e uma é de cor
azul escuro. O aspecto geral da flor lembra uma borboleta, com os longos
estames no topo, fazendo às vezes de antenas. Atrai polinizadores, como
abelhas e borboletas.
Descubra a beleza da flor-borboleta, cultivando-a isolada no jardim
ou em grupos, formando renques junto a muros por exemplo. Se combinada
com outras espécies também poderemos obter um excelente efeito,
especialmente se as companheiras tiverem flores amarelas. É fácil
mantê-la no formato e tamanho desejado através de podas. Se for
conduzida com amarrios sobre um suporte apropriado se tornará uma bela
trepadeira. Pode ser cultivada também em vasos e jardineiras, adornando
assim varandas, pátios e sacadas.
Deve ser cultivado sob meia sombra, em solo fértil, drenável,
enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o
calor e a umidade tropicais. É de fácil manutenção, exigindo apenas
adubação orgânica e podas anuais. Após as floradas, é interessante
podar-lhe as pontas dos ramos com inflorescências velhas e murchas,
estimulando assim novas florações. Não tolera geadas. Em lugares com
inverno frio, convém cultivá-la em vasos e protegê-la em ambientes
internos durante essa estação. Neste período, convém também reduzir as
regas. Multiplica-se facilmente por mergulhia e estaquia dos ramos e
raízes.
Fonte : http://www.jardineiro.net/plantas/flor-borboleta-rotheca-myricoides.html
Fonte Foto : http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-459199663-mudas-de-clerodendro-rotheca-myricoides-butterfly-bush-_JM?redirectedFromParent=MLB448390348
Margarida – Leucanthemum vulgare
- ome Científico: Leucanthemum vulgare
- Nomes Populares: Margarida, Bem-me-quer, Bonina, Malmequer-bravo, Malmequer-maior, Margarida-olga, Margarita, Margarita-maior, Olho-de-boi
- Família: Asteraceae
- Categoria: Flores Perenes
- Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
- Origem: Europa
- Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Perene
A margarida é uma das plantas mais conhecidas, singela porém vistosa,
lembra a simplicidade do campo. Suas flores são pequenas, reunidas em
capítulos grandes, que podem ser simples ou dobrados, com pétalas
brancas e centro amarelo. A folhagem é macia e verde escura, e
evidencia, pelo contraste, as flores sustentadas por longos pedúnculos.
Devido à sua rusticidade é muito utilizada em jardins públicos.
Presta-se à composição de maciços e bordaduras a pleno sol. Utilizada
também como flor de corte.
Devem ser cultivadas em solo composto de terra de jardim e terra
vegetal, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se através
da divisão das touceiras.
Fonte : http://www.jardineiro.net/plantas/margarida-leucanthemum-vulgare.html
Fonte Foto : http://www.123rf.com/photo_9880840_meadow-with-marguerites-in-spring-leucanthemum-vulgare.html
Margarida
- Nome Científico: Rudbeckia hirta
- Nomes Populares: Margarida-amarela, Susana-dos-olhos-negros
- Família: Asteraceae
- Categoria: Flores Anuais
- Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
- Origem: América do Norte, Estados Unidos
- Altura: 0.4 a 0.6 metros
- Luminosidade: Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Bienal
A margarida-amarela é uma planta muito vistosa e florífera,
recomendada para grandes maciços em gramados bem cuidados. Na primavera e
verão produz inflorescências de coloração amarelo ouro a ocre, com o
centro elevado e de coloração marrom-arroxeado, que mais parecem
pinturas. São duas as variedades mais populares: uma que possue
capítulos florais completamente amarelos e outra que apresenta um halo
marrom próximo ao centro da flor. Ocorrem ainda formas com flores
dobradas. A folhagem é bastante bonita e pilosa e as folhas possuem
bordas serrilhadas.
Devem ser cultivadas a pleno sol em canteiros bem adubados e ricos em
matéria orgânica, regados periodicamente. Requer replantio anual,
apesar de ser bienal, pois perde a beleza com o tempo. Aprecia o frio de
leve, sendo portanto indicada para regiões de altitude e de clima mais
ameno. Multiplica-se por sementes.
Fonte : http://www.jardineiro.net/plantas/margarida-amarela-rudbeckia-hirta.html
Fonte Foto : http://www.missouribotanicalgarden.org/gardens-gardening/your-garden/plant-finder/plant-details/kc/a109/rudbeckia-hirta.aspx
Fonte Foto : http://www.missouribotanicalgarden.org/gardens-gardening/your-garden/plant-finder/plant-details/kc/a109/rudbeckia-hirta.aspx
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