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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Ipomoea purpurea


    • Nomes Populares: Glória-da-manhã, Bom-dia, Bons-dias, Campainha, Corda-de-viola, Corriola, Jetirana
    • Família: Convolvulaceae
    • Categoria: Trepadeiras
    • Clima: EquatorialMediterrâneoSubtropical,TemperadoTropical
    • Origem: América CentralAmérica do NorteAmérica do Sul
    • Altura: 3.0 a 3.6 metros3.6 a 4.7 metros4.7 a 6.0 metros6.0 a 9.0 metros9.0 a 12 metros
    • Luminosidade: Meia SombraSol Pleno
    • Ciclo de Vida: Anual


  •                            A glória-da-manhã é uma trepadeira volúvel e anual, de rápido crescimento, excelente para cobrir rapidamente pequenas estruturas. Seu caule é herbáceo e delicado, recoberto por finos pêlos amarronzados. Ele escala rapidamente o apoio oferecido, se enrolando em torno dele e alcançando de 2 a 3 metros de altura ou comprimento. Sua folhas são cordiformes ou trilobadas, verdes e muito vistosas. As flores surgem na primavera e verão, abrindo-se pela manhã e fechando-se ao entardecer. Elas são grandes, em forma de trompete e podem se apresentar nas cores branca, rosa, roxa ou azul, em tonalidades diversas e muitas vezes multicolores. O fruto é uma cápsula trivalva com sementes grandes e triangulares, que germinam com facilidade.
                             Esta ipoméia é um excelente curinga no paisagismo. Ela cobre rapidamente estruturas leves como treliças, cercas, grades de janelas, arcos, etc e é ótima para esconder e disfarçar entulhos e outras “feiuras” temporariamente no jardim. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, sendo que um simples fio de nylon, preso no alto, já é suficiente para suportar sua escalada.
                          Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A glória-da-manhã é muito rústica, sendo capaz de resistir a curtos períodos de estiagem. Planta típica de clima tropical, ela não tolera o frio ou geadas. Em países de clima temperado é cultivada unicamente como anual, enquanto que em regiões de clima tropical pode perenizar. No entanto, perde a beleza e o vigor após um ano e o replantio é indicado. Multiplica-se por sementes.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Madressilva - dos - Bosques

(Lonicera - periclymenum)




Típica de clima temperado, essa trepadeira tem florada exuberante, composta por flores perfumadas com cálices róseo - avermelhdos que mudam de cor a medida que os dias passam - ficam esbranquiçados e depois amarelados. Os frutos vermelhos também atraem aves para o jardim. Vigorosa, a espécie é muito usada para revestir alambrados, cercas e muros sob sol pleno ou meia - sombra, originária da Europa, norte da África e oeste da Ásia, essa madressilva não exige solo fértil desde que o local esteja úmido.




Fonte: Revista Natureza, Pág 7. Ed: 278, Editora Europa, Março de 2011

Foto: http://www.anniesremedy.com/herb_detail359.php

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Trepadeira - Asarina

(Asarina - barclayana)
Ela se destaca por conta das flores azuladas,  surgem no verão e no outono. Originária do México, gosta de meia-sombra e clima tropical, mas desenvolve-se também em regiões subtropicais de altitide. Muito pendente e com longos ramos, a trepadeira -asarina forma uma verdadeira cortina quando cultivada em caramanchões. Precisa de solo rico em matéria orgânica e sempre úmido. reproduze-se por sementes ou estaquia.





Fonte:Paisagismo para Pequenos Espaços, Ed Europa, Pág: 60.
Foto:  http://www.visoflora.com/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Clerodendro - vermelho

(Clerodendrum splendens)

Clerodendro-vermelho é uma trepadeira de textura semi-lenhosa muito ornamental, que confere romantismo ao jardim. Ela apresenta inflorescências terminais, compostas de numerosas flores vermelhas, com cálice da mesma cor. Estes pequenos buquês vermelhos se formam no inverno, época em que dificilmente outras trepadeiras florescem. Seus ramos são longos e têm folhas ovais, grandes, de coloração verde escura e com nervuras bem demarcadas.



Esta trepadeira têm crescimento lento a moderado e necessita de tutoramento e amarrios. Ela é adequada a diferentes tipos de suporte, como pérgolas, caramanchões, treliças e pórticos. O clerodendro-vermelho é uma espécie muito rústica, e que dispensa maiores manutenções. Atrai beija-flores.
Devem ser cultivados à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não é tolerante às geadas, mas aprecia o clima ameno. Multiplica-se por estaquia ou por alporquia.


Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons
Restrições de Uso do texto e imagens

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/clerodendrum_splendens.php
FOTO 01: http://toptropicals.com/cgi-bin/garden_catalog/cat.cgi?uid=clerodendrum_splendens
FOTO 02: http://www.jardineiro.net/br/banco/clerodendrum_splendens.php

sábado, 15 de outubro de 2011

Sapatinho - de - Judia

(Thunbergia mysorensis)



Originária da Índia, ocorrre também a variedade "lutea" (flores totalmente amarelas), cultivada a pleno sol ou meia - sombra em caramanchões e pérgolas altas para que os cachos de flores possam ficar livres e dependurados.
Ela possui ramagem bem fina e alongada com folhas , possui flores amarelas que se formam em cachos pendentes, parecem um sapatinho dai o nome popular.
Atinge o tamanho de 2,5m de altura.



Foto 01: http://www.oramsnurseries.com.au/climbers.html

Foto 02: http://www.nmessences.com/healing/thunbergia_mysorensis_h.html

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Madressilva

(Lonicera japonica)

Originária do Japão e China, ocorrem diversas variedades, cujas flores são de forma e coloridos variados, ela é apropriada para revestir pérgolas e caramanchões a pleno sol.



Folhas ásperas, opostas cruzadas , branco amareladas, podendo chegar a planta a 2,5m de altura.




FOTO: http://www.missouriplants.com/Whiteopp/Lonicera_japonica_page.html
FOTO 02: http://www.juniperus.hu/en/010701.html

domingo, 21 de agosto de 2011

Cipó - Rosa ou ( Cuspidaria convoluta)




A espécie é ideal para cobrir caramanchões e portais, pois se trata de uma trepadeira do tipo cipó que, quando chega no alto da estrutura, pende  com o próprio peso. A florada ocorre no início da primavera e embora perdure pouco é bastante exuberante. O cipó-rosa é uma espécie originária do Brasil e apresenta crescimento moderado. Típica de clima tropical, é tolerante a regiões mais amenas. Sua reprodução é por sementes, alporquia e estaquia. Para vê-la florir mais depressa, adquira mudas produzidas por estaquia.

Fonte:Paisagismo para pequenos espaços, página 86, Editora Europa.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ervilha-de-cheiro.....

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  • Nome Científico: Lathyrus odoratus
  • Nome Popular: Ervilha-de-cheiro, ervilha-doce, ervilheira-de-cheiro
  • Família: Fabaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Anual
A ervilha-de-cheiro é uma trepadeira anual de inverno. Ela apresenta caule herbáceo, áspero e ascendente por meio de gavinhas que se desenvolvem nas pontas das folhas compostas. Suas flores são muito vistosas, perfumadas, solitárias e podem ser de cores e matizes variados, com degradés e combinações entre o azul, branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho. Após a polinização formam-se vagens curtas, com sementes semelhantes a ervilhas, porém venenosas.
A ervilha-de-cheiro é uma excelente trepadeira para pequenos suportes, como treliças e até mesmo cercas. Sua altura não ultrapassa os dois metros. Ela é apropriada para esconder momentaneamente entulhos, arbustos caducos e outras estruturas pouco aprazíveis no jardim. A floração ocorre na primavera e verão. Seus ramos floridos também podem ser colhidos para a confecção de buquês e arranjos florais perfumados. Há inúmeras variedades de ervilha-de-cheiro disponíveis, para diferentes gostos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia as temperaturas amenas, desenvolvendo-se melhor sob clima subtropical e mediterrâneo. Não tolera o calor forte ou geadas. Adubações freqüentes estimulam intensas florações. Quando a planta parar de produzir flores, ela já está no final do seu ciclo e pode ser removida dos canteiros. Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no outono, em canteiros definitivos. 

Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons
Restrições de Uso do texto e imagens 
FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/lathyrus_odoratus.php

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Miniabóbora ou (Cucurbita pepo)





Á primeira vista, a miniabóbora parece só um enfeite para pratos requintados. Porém, ela é mais do que isso. Trata-se de uma iguaria das mais festejadas pela alta gastronomia. Dá até pena de cortar a tampa desta delicada abobrinha e tirar sementes para colocar apetitosos recheios antes de leva-la ao forno. Mas quem supera essa etapa não se arrepende. Nos Estados Unidos, as miniabóroras são divertimento para a criançada na criação das famosas Jack O'Lantern, as lanterninhas usadas no Halloween, o dia das Bruxas que ocorre todo ano em 31 de Outubro. Divertimento maior ainda, para crianças e adultos é ver a plantinha crescer, florescer e produzir suas abóboras. Para isso, não é preciso muito espaço. Apesar de atingir 4m de comprimento, os ramos da miniabóbora podem ser conduzidos em treliças, tudo por conta das gravinhas que se agarram nas estruturas. Um local que recebe sol boa parte do dia, um vaso com substrato rico em nutrientes e estacas para sustentação são suficientes para começar o cultivo.
No Brasil, ainda é considerado luxo passar no supermecado e comprar essas miniaturas de abóbora para acompanhar a refeição. O preço da hortaliça é elevado e ela não é encontrada com facilidade. Isso tem uma explicação. "As miniabóboras são plantas muito exigentes em nutrição e sua produção so é possível em estufas. Isso torna o produto mais caro explica Cyro Cury Abumusi, produtos da Fazenda Itauaú. Isso acontece por exemplo com a variedade Pumpkin Kino, que tem até a casca comestível e gosto parecido com a batata-doce.
Geralmente, essa abóbora tem por volta de 12cm de diâmetro e pesa até 400g.
Existem apenas três produtores da variedade Pumpkin Kino em nosso país " A venda de suas sementes é controlada por uma distribuidora e só produtores selecionados podem adquirir" explica Cury. Pelo visto, é uma maneira de manter a produção limitada e o produto valorizado.
E não adianta: plantar sementes retiradas da miniabóbora, dificilmente produz os pequenos frutos comestíveis e ornamentais.
Felizmente, para o jardinista interessado em cultivar abóboras em miniatura, existe a variedade Mini Jack, vendida em forma de sementes pela empresa gaúcha Isla. Trata-se de uma variedade da abóbora-moranga comum , com de cor amarelo- alaranjadae polpa creme. A diferença é que seus frutos medem 8 cm de diâmetro e têm entre 4 cm e 6 cm de altura, Já o peso varia entre 120g e 150g.

FONTE: Revista Natureza, Pág:14 a 17, Ed:277, Fevereiro de 2011.

sábado, 28 de maio de 2011

Budleia ou ( Buddleia davidii).






A espécie é muito cultivada  para cobrir caramanchões ou formar renques, adaptando -se sob sol pleno ou meia-sombra, Suas inflorescências cilíndricas nascem na ponta dos ramos, são muito perfumadas e compostas por pequenas flores lilases, arroxeadas ou brancas.
Geralmente, surgem na primavera e no verão. Nativa da China, a budleia é típica de clima temperado, mas tolera o subtropical de altitude. Precisa de solo arenoargiloso acrescido de matéria orgânica a se reproduz por estaquia.

Fonte: Revista Natureza; Ed: 274; Fevereiro de 2010; Página:08; Ed: Europa.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Videira ou (Vitis vinifera)




Largamente cultivada pela produção comercial de uva e seus derivados, a videira também é muito ornamental, sendo excelente para cobertura de caramanchão e alambrados. Há relatos de seu cultivo desde o período neolítico (10.000 a.c). Existem cerca de cinco mil variedades, sendo que apenas algumas são usadas para a produçãode bons vinhos. As Videiras têm ciclos vegetativos característicos, como a fase da hibernação, no inverno, ja desprovida das folhas, época importante para a poda. No verão e no outono, ocorre a colheita. Uma Videira pode viver mais de 150 anos. Nativa de Europa, típica de clima temperado. O solo depende da variedade. Reproduz -se por alporquia ou enxertia.






FONTE: Paisagismo para Pequenos Espaços, pág; 112, Ed Europa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Congéia ou (Congea tomentosa).


Nome Científico: Congea tomentosa

Nome Popular: Congéia, Côngea

Família: Verbenaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Índia, Malásia, Burma, Tailândia

Ciclo de Vida: Perene

A congéia é uma trepadeira de ramagem lenhosa, ramificada, conhecida no mundo todo devido ao seu florescimento decorativo. Suas folhas são elíptico-ovaladas, opostas, tomentosas (pilosas), perenes, de cor verde clara e com nervuras bem marcadas. No fim do inverno e início da primavera a congéia floresce, exibindo numerosas flores brancas, pequenas e discretas, mas cada uma circundada por três brácteas em forma de hélice, muito vistosas e duráveis, que mudam de cor gradativamente, do rosa para o roxo e posteriormente para o cinza, ao longo de várias semanas. A floração é tão densa e abundante que mal se pode ver a folhagem.
A congéia é uma trepadeira muito vigorosa e exuberante, com textura delicada. Apesar de tropical, ela se encaixa em diferentes estilos de jardins, e pode cobrir cercas, grades, caramanchões, pérgolas, pórticos e coroar muros. Também pode ser conduzida como arbusto e cerca-viva. As podas, realizadas após o florescimento, auxiliam na formação e contenção da planta e estimulam seu adensamento. Os ramos floridos da congéia podem ainda ser utilizados como flor-de-corte em buquês e arranjos florais.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Para plantio em renques se recomenda a distância mínima de um metro entre as plantas. Trepadeira tipicamente tropical, aprecia o calor e não tolera geadas ou nevascas. Em países de clima temperado deve ser protegida no inverno em estufas. Multiplica- se por estaquia ou alporquia, após o florescimento, ou por sementes.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/congea_tomentosa.php

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dipladênia ou (Mandevilla splendens)







Nome Científico: Mandevilla splendens
Sinonímia: Dipladenia splendens, Mandevilla sanderi, Mandevilla boliviensis, Dipladenia sanderi
Nome Popular: Dipladênia, mandevila, jalapa-do-campo, jasmim-brasileiro
Família: Apocynaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

A dipladênia é uma trepadeira semilenhosa e volúvel, conhecida internacionalmente por sua belíssima floração. Ela apresenta folhas perenes, coriáceas, elípticas a lanceoladas, com nervuras bem marcadas e de coloração verde-escura. Sua floração é mais intensa na primavera e verão, mas pode se estender por todo ano em regiões de clima quente.

Nas inflorescências, em pequenos rácemos, despontam as belas e chamativas flores em forma de trombeta, enormes em algumas variedades, chegando a 10 centímetros de diâmetro. As flores da dipladênia geralmente são simples e de coloração rósea com o centro amarelo, mas podem ser dobradas e totalmente rosas, vermelhas ou brancas.

O sucesso da dipladênia no paisagismo é indiscutível. Ela é muito rústica e precoce, florescendo desde jovem. Devido à característica de não adensar muito sua folhagem, é adequada para cobrir suportes leves ou estruturados como caramanchões, grades, treliças, arcos, cercas e colunas, entre outros. Seu porte é médio, podendo alcançar cerca de 2 a 3 metros de altura. Também pode ser cultivada em vasos grandes e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte. Seu perfume é bastante peculiar e lembra o aroma de chiclete tutti-frutti. A seiva leitosa da dipladênia é tóxica e pode provocar queimaduras na pele e mucosas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado moderadamente. Não tolera encharcamento, frio intenso ou geadas. Pode ser cultivada no litoral, tolerando a salinidade do solo. Fertilizações mensais, ricas em fósforo, nos meses quentes estimula intensas florações. É tolerante a podas, que devem ser efetuadas preferencialmente no inverno. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.

Pessoal, eu ja havia publicado sobre a Mandevilla, anteriormente mas achei essa matéria mais completa, pois a Mandevilla, tem mais de uma cor, geralmente as pessoas conhecem só a rosa, mas há mais variações de cores.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/mandevilla_splendens.php

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Corações-emaranhados ou Ceropegia woodii.




Nome Científico: Ceropegia woodii
Sinonímia: Ceropegia linearis subsp. linearis, Ceropegia linearis subsp. woodii, Ceropegia barbertonensis, Ceropegia euryacme, Ceropegia schoenlandii
Nome Popular: Corações-emaranhados
Família: Asclepiadaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
Ciclo de Vida: Perene


É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.

Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores. A manutenção desta suculenta se limita às regas e adubações mensais na primavera e verão.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa (sombra), em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não tolera o encharcamento, mas é capaz de passar por um período seco. As regas devem ser reduzidas no inverno, pois a planta entra em dormência. Aprecia o calor. Multiplica-se por estaquia, por mergulhia dos pequenos tubérculos produzidos na base das folhas e por sementes.




Fonte:



Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/ceropegia_woodii.php

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mandevila ou Mandevilla sanderis.



Espécie hibrida, apresenta flores grandes de cor rosa intenso e miolo amarelado durante quase todo o ano, as flores exalam um perfume semelhante ao tutti fruti, os ramos podem atingir até 6M de comprimento, mas ela não é uma espécie agressiva. É indicada para ser conduzida em treliças, arquinhos e cercas. Gosta de sol pleno, e também se adapta bem em locais que tem bastante vento, o solo deve ser mantido úmido. Reproduze-se por estaquia.
Fonte: Paisagismo para Pequenos Espaços, Ano; 2010, Editora;Europa.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trombeta da China ou (Campsis grandiflora)





Ela apresenta uma florada vigorosa, que inicia no verão e vai até o outono. São flores vermelho-alaranjadas ricas em néctar e muito atrativas para os beija-flores. Por apresentarem raízes adventícias(que aderem com facilidade a estruturas) e ramos de até 10m de comprimento, a trombeta -da - china é ideal para o cultivo junto a muros. De origem asiática, essa trepadeira perde suas folhas no inverno e suporta bem o frio e a geada . Por isso é muito cultivada no sul do Brasil.

FONTE: Revista Natureza, Ed;269, Ano;23 , Julho de 2010; Pag;9 .

sábado, 29 de maio de 2010

Kiwi ou Actinidia deliciosa






Nome Científico: Actinidia deliciosa
Sinonímia: Actinidia chinensis
Nome Popular: Kiwi, quivi, quiuí
Família: Actinidiaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene
o kiwi é um fruto delicioso originário da China, mas que somente se popularizou por todo o mundo quando seu cultivo comercial foi iniciado na Nova Zelândia. O nome kiwi é uma alusão à ave de mesmo nome, do gênero Apteryx, nativa da Nova Zelândia. O kiwizeiro é uma trepadeira sarmentosa e lenhosa, e geralmente é conduzida com um único e tortuoso caule, através de podas. Suas folhas são amplas, verdes, ovais a cordiformes, pubescentes quando jovens e glabras quando maduras, na face superior.

As flores são axilares, de coloração branca-creme e perfumadas. Como é uma planta dióica, o kiwizeiro apresenta indivíduos femininos e indivíduos masculinos. Nesta espécie a polinização cruzada é fundamental para a formação dos frutos. As abelhas são muito importantes nesta tarefa de levar o pólen das flores masculinas até as flores femininas, para que ocorra a fecundação. As cultivares comerciais mais comuns de plantas femininas são: Bruno, Monty, Abbott e Hayward; e as masculinas são: Matua, Tomuri, MPV. O kiwi é um fruto do tipo baga, com forma ovóide, polpa translúcida de cor verde ou verde-amarelada, doce e ácida; e casca fina e marrom, recoberta por pêlos curtos. As sementes pretas e comestíveis são numerosas e bem pequenas, com forma oval e achatada.

Para uma adequada floração e frutificação o kiwizeiro necessita de frio, pelo menos 500 horas abaixo de 7,2ºC. A cultura comercial do kiwi pode ser conduzida em moirões, em forma de T, ou em caramanchões. Para consumo doméstico, ele pode ser guiado por sobre árvores, arcos, caramanchões, como uma trepadeira lenhosa ornamental, podendo alcançar cerca de 10 m de comprimento e 15 m de altura. Não se pode esquecer de cultivar plantas masculinas junto com as femininas para que ocorra a frutificação. Em plantações comerciais a proporção é de 1 planta macho para cada 5 a 8 plantas fêmeas, uniformemente distribuídas. O espaçamento médio utilizado é de 5 a 6 metros entre linhas e entre plantas na linha.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, levemente ácido, drenável, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Não tolera estiagem ou encharcamentos. Adubações ricas em nitrogênio estimulam intensas produções, mas devem ser evitadas durante a frutificação pois reduzem a vida útil dos frutos. O kiwizeiro também necessita de podas específicas de formação, de verão e de inverno.

As podas de formação visam conduzir a trepadeira corretamente sobre o suporte, as de verão consistem em retirar semanalmente as extremidades dos ramos e a de inverno visa encurtar os ramos de um ano, que irão florescer na próxima estação. Multiplica-se por sementes, estaquia, alporquia e enxertia. A colheita é de Abril a Maio e se inicia apartir do quarto ano após o plantio das mudas.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/actinidia_deliciosa.php

Flor de Cera Ou Hoya carnosa






Nome Científico: Hoya carnosa
Sinonímia: Asclepias carnosa, Hoya australis, Hoya motoskey
Nome Popular: Flor-de-cera, cerinha, flor-de-porcelana
Família: Apocynaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia e Austrália
Ciclo de Vida: Perene
A flor-de-cera é uma trepadeira perene, de textura semi-herbácea e ramagem pouco ramificada. Apresenta folhas opostas, coriáceas, carnosas e espessas, com pecíolo curto. Ocorrem ainda variedades de folhas retorcidas e de folhas variegadas de branco ou amarelo. As inflorescências são do tipo umbela, axilares, pendentes, como pequenos buquês carregados de flores cerosas, brancas a rosadas, em forma de estrela e delicadamente perfumadas. A floração ocorre na primavera.

Apesar do crescimento relativamente lento, esta trepadeira tem um florescimento recompensador. Ela não exige muito cuidados, bastando que se escolha um local úmido e com luz direta pela manhã ou à tarde, longe de correntes de ar. As adubações mensais ricas em potássio e fósforo restringem-se à época de floração. Pode ser plantada em canteiros bem preparados e até mesmo em vasos e jardineiras, tomando-se o cuidado de oferecer-lhe suporte, como treliças ou grades. Os ramos sem flores não devem ser podados pois florescerão no próximo ano.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou intensa iluminação difusa, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o sol direto nas horas mais quentes do dia, pois pode provocar queimaduras nas folhas e quedas dos botões. Moderadamente tolerante às baixas temperaturas, prefere uma faixa entre 15 a 25ºC. Em regiões de clima frio, pode ser cultivada em estufas ou no interior das residências em locais bem iluminados. Multiplica-se por estaquia ou alporquia.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/hoya_carnosa.php

Estamos de volta !!!

Boa tarde Pessoal, sei que andei meio sumido !!!  Estamos no facebook.com/ocultivoavida Agora estou cuidando mais da parte de Recuper...