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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Árvores mais lindas do planeta

Confira as 15 árvores mais lindas do planeta, você não vai acreditar que possa existir árvores tão belas como essas, veja e se impressione.

Todo mundo sabe que o nosso planeta possui milhares de coisas maravilhosas não é mesmo? Entre elas estão as árvores, existem de vários tamanhos, tipos, cheiros, idades, enfim, são inúmeras e algumas delas são extremamente lindas, todas já possuem uma beleza incrível, mas algumas são completamente hipnotizantes, confira.

15 árvores lindas

1 – Nem preciso falar nada dessa árvore não é mesmo? Ela já tem mais de 125 anos e é maravilhosa.

2 – Essa árvore japonesa é simplesmente incrível e já passa dos 144 anos, é sensacional.

3 – Essa árvore fica na Nova Zelândia, não encontrei a idade dela, mas o fato é que ela é sensacional, a forma dela é incrível.

4 – Essa árvore também fica no Japão, não preciso nem comentar né, o Japão realmente possui árvores maravilhosas e completamente diferentes das que estamos acostumados a ver.

5 – Esses são os Baobás em Madagascar, são realmente lindos.

6 – Essa árvore é bem diferente também, as folhas são mais caídas, vê-la pessoalmente deve ser algo perfeito.

7 – Essa rua com essas árvores lindas fica na Alemanha, deve ser delicioso sentar para tomar um café ou conversar com os amigos com uma vista dessa.

8 – Essa árvore é sensacional, parece aqueles cenários de filmes, ela é bem velha e bem linda.

9 – Essa árvore é maravilhosa, parece que são vários buquês de flores juntos, sem contar a cor dela que é muito bonita também.

10 – Elas são bem diferentes, os troncos ocupam um espaço bem grande e as folhas ficam bem em cima, muito lindo.

11 – O homem ao lado dessa árvore parece uma pequena formiga, pessoalmente deve ser algo absurdo, realmente maravilhoso.

12 – Imagine passar por esse caminho que sensação deliciosa? É tudo muito perfeito!

13 – O tronco dessa árvore é simplesmente sensacional, completamente colorido.

14 – Aqui mais um caminho delicioso, esse fica na África do Sul, maravilhoso.

15 – Não é necessário comentar nada dessas árvores, é algo simplesmente divino.

Fonte : http://pontosms.blogspot.com.br/2015/04/as-15-arvores-mais-lindas-do-planeta.html

domingo, 7 de junho de 2015

Schizolobium parahyba

Guapuruvu




O guapuruvu é uma árvore decídua de grande porte, podendo atingir facilmente 30 metros de altura. Ela ocorre naturalmente na floresta ombrófila densa e estacional decidual. Seu tronco é retilíneo, com ramificações apenas no alto. A casca é cinzenta, com cicatrizes provocadas pela queda das folhas e lenticelas. Sua copa é alta e aberta, de pouca sombra. As folhas são alternas, grandes, com cerca de 1 metro de comprimento, e caem com o passar do tempo. Elas são compostas bipinadas, com folíolos pequenos, elípticos e opostos. As inflorescências surgem de agosto a novembro, em numerosos cachos densos, eretos, de flores amarelas e muito vistosas. Os frutos amadurecem no outono e são vagens bivalvas, de forma obovada e cor parda. Cada um carrega apenas uma semente grande, lisa, oblonga e rígida, envolta por uma asa papirácea que se dispersa pelos ventos.
O guapuruvu é uma árvore de crescimento impressionante. Ela é apropriada para jardins extensos, assim como parques e praças, modificando em poucos anos a paisagem. Além do aspecto escultural de seu caule e copa, esta bela árvore ainda nos presenteia com uma floração espetacular. Sua madeira é clara, leve e macia, prestando-se para a caixotaria, artesanato, construção civil e fabricação de canoas. Estuda-se também sua utilização como fonte de celulose. É uma espécie pioneira, indicada para recuperação inicial de áreas degradadas. Sua floração é atrativa para as abelhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Planta higrófita, prefere locais úmidos como as margens dos rios e é capaz de tolerar encharcamento. Multiplica-se por sementes, sendo interessante a quebra da dormência através da escarificação mecânica (o tegumento da semente deve ser desgastado no lado oposto ao hilo), escarificação em ácido sulfúrico ou imersão em água quente. As sementes permanecem viáveis por muitos anos se armazenadas em local arejado e fresco.

sábado, 27 de julho de 2013

Esponjinha - Amarela

( Acacia seyal)

Graciosas, os flores amarelas dessa árvore parecem pompons. Surgem no início da primavera e compõem um belo conjunto com a folhagem delicada da copa. O tronco avermelhado também é muito ornamental. Originária da África e típica de clima tropical, a esponjinha-amarela atinge até 6m de altura e cresce praticamente em todos os tipos de solo. Sua reprodução de dá por alporquia. 



Fonte: Revista Natureza, Ed: 273, Outubro de 2010, Editora Europa, Página: 09.

Fonte Foto 01 : https://picasaweb.google.com/lh/photo/OOH2xTNJel58_Ky7CYgrCtMTjNZETYmyPJy0liipFm0

Fonte Foto 02: http://www.kyffhauser.co.za/Plants1/Acacia_karroo/Image2.htm

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Eucalipto Arco-íris

                    O eucalipto arco-íris é uma árvore de grande porte, que se destaca pelo colorido espetacular do seu tronco. É o único representante do gênero dos eucaliptos que ocorre naturalmente no hemisfério norte, nas Ilhas da Nova Bretanha, Nova Guiné, Ceram, Celebes e Mindanau. No seu habitat pode atingir 75 metros de altura, com 240 centímetros de diâmetro de tronco; mas em cultivo geralmente permanece entre 20 a 30 metros de altura. O segredo por trás do colorido especial desta árvore está na forma como ela vai se descascando e revelando as partes coloridas. Inicialmente a casca fina, lisa e marrom se despreende, e uma cor verde clara e vibrante aparece. Esta mancha de cor torna-se então sucessivamente verde escura, azulada, púrpura, laranja e por fim vermelha. Acontece que o processo ocorre a todo momento, formando manchas coloridas em diferentes estágios. A impressão que se tem é de que a árvore foi misteriosamente pintada, tornando-se uma verdadeira obra de arte da natureza.
Além do tronco cilíndrico e ornamental, suas folhas são atrativas também. Elas são opostas, ovadas a lanceoladas, e apresentam cor verde-escura na página superior e cinza na página inferior. As flores se reunem em inflorescências do tipo umbela, terminais ou axilares. Elas são numerosas, de cor branco-creme a amareladas, com longos estames, perfumadas e produzem néctar em abundância, atraindo abelhas. Os frutos que se seguem são cápsulas globulares, de cor marrom, contendo de 3 a 12 sementes por válvula. As sementes são diminutas, achatadas e com uma pequena asa. O florescimento ocorre diversas vezes ao ano, com mais profusão na primavera e outono.
              

No paisagismo, o eucalipto arco-íris é uma excelente escolha para formar alamedas em largos caminhos. Como seu belo tronco é apreciado de perto, não é muito interessante plantá-la em locais distantes dos locais de passagem. Ainda assim, há que se ter em mente a preocupação com o espaço requerido pela planta e sua proporção com relação a construções próximas. O ideal é utilizá-la em amplos jardins, assim como em praças e parques, distante de tubulações enterradas, muros, casas e fiações. Seu crescimento é rápido e não exige muitos cuidados depois de bem estabelecida. Nas Filipinas é uma das principais árvores destinadas à produção de celulose para papel. Ao contrário de outras espécies de Eucalyptus, o eucalipto arco-íris não produz óleos aromáticos. Por ser uma espécie rústica e pioneira ela é utilizada com sucesso em áreas de reflorestamento com solos pobres, arenosos ou de recente atividade vulcânica.





 Deve ser cultivado sob meia-sombra ou sol pleno, em diversos tipos de solos, preferencialmente drenáveis, profundos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados regularmente por pelo menos dois anos após o plantio. Suas raízes profundas, o tornam resistente à curtos períodos de estiagem. Tolera geadas leves, mas perece sob o frio intenso. Por este motivo, não é indicado para climas temperados ou mais frios. Aprecia o calor e a umidade tropicais. Tolerante à salinidade de regiões litoraneas. Não é adequado às regiões semi-áridas e é muito sensível ao fogo, ao contrário de outros eucaliptos. Multiplica-se facilmente por sementes ou estacas. As sementes germinam entre 4 a 20 dias após a semeadura. As estacas devem ser removidas dos ramos de plantas jovens, com menos de 2 anos. As mudas podem ir para o local definitivo com cerca de 4 meses.

Fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/eucalipto-arco-iris-eucalyptus-deglupta.html

Fonte foto 01 : http://8vox.com/2012/08/21/a-colorful-jungle-accessory/

Fonte foto 02: http://de.wikipedia.org/wiki/Datei:Eucalyptus_deglupta-base.jpg

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

MANACÁ - DA - SERRA

(Tibochina mtabilis)

Originária do Brasil, possue flores solitárias mutáveis , no início brancas depois roxo -claras e finalmente roxo -escuras , cultivada a pleno sol isoladamente, ou em grupos formando conjuntos ou renques, as flores aparecem durante o inverno , a árvore pode chegar a até 4m de altura.




quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quaresmeira

(Tibouchina granulosa)

Originária da America do Sul, Brasil, ela é cultivada a pleno sol, podendo chegar a 12m de altura.


Possui copa arredondada, flores em grande quantidade na quaresma, porém pode manchar roupas e até mesmo o carro.



FOTO: http://www.verfotosde.org/brasil/imagenes.php?Caxias-do&id=1606
Foto 02 : http://mgonline.com/articles/tibouchina.aspx

No dia da árvore , um presente para vocês , a Linda Quaresmeira.

sábado, 17 de setembro de 2011

Sapucaia

( Lecythis pisonis)

Originária do Brasil, folhagem muito ornamental de coloração rósea quando jovem. Flores de coloração Lilás, a partir de setembro. Grande destaque para os frutos grandes, duro,  utilizado como adormo.

Árvore chega até 30m de altura.



FOTO: http://sapucaianet.blogspot.com/2011/02/sapucaia-lecythis-pisonis-camb.html

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Copaíba

( Copaifera sp)

A copaíba (Copaifera sp) fornece o bálsamo ou óleo de copaíba, um líquido transparente e terapêutico, que é a seiva extraída mediante a aplicação de furos no tronco da árvore até atingir o cerne. O óleo da copaíba é um líquido transparente, viscoso e fluido, de sabor amargo com uma cor entre amarelo até marrom claro dourado. O uso mais comum é o medicinal, sendo empregado como anti-inflamatório e anticancerígeno. Pelas propriedades químicas e medicinais, o óleo de copaíba é bastante procurado nos mercados regional, nacional e internacional.
 
 


Uso tradicional:


A copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótico da mata, que já salvou vidas de muitos caboclos e índios seriamente feridos. Em algumas regiões, o chá da casca é bastante utilizado como anti-inflamatório. Em Belém, a garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo de copaíba. Isto porque é cada vez mais difícil encontrar o óleo. A casca entra na composição de todos os lambedores ou xaropes para tosse. Nos Andes do Peru, o óleo de copaíba é utilizado para estrangúria, sífilis e catarros.

Remédio universal da Amazônia:

A Medicina tradicional no Brasil recomenda óleo de copaíba hoje como um agente antiinflamatório, para tratamento de caspa, todas tipos de desordens de pele e para úlceras de estômago. Copaíba também tem propriedades diuréticas, expectorantes, desinfetantes, e estimulantes, e vem sendo utilizado nos tratamentos de bronquite, dor de garganta, anticoncepcional, vermífugo, dermatose e psoríase, e ainda, como combustível para clarear a escuridão da noite, substituindo a função do tradicional óleo diesel nas lamparinas.
Na indústria, esse óleo pode ser usado para fabricação de vernizes, perfumes, farmacêuticos e até para revelar fotografias.

Bibliografia:


Taylor, Leslie. Herbal Secret's of the Rainforest. Prima Publishing, Inc.. 1998Mahajan, J.R., and Ferreira, G.A., Ann. Acad. Brasil. Cienc., 43, 611 (1971) through Chem. Abstr., 77,. (1972)

ESTRELLA, E. Plantas Medicinales Amazônicas: Realidad y Perspectivas. Lima: TCA, 1995. 302p.

MING, L.C.; GAUDÊNCIO, P.; SANTOS, V.P. Plantas Medicinais: Uso Popular na Reserva Extrativista "Chico Mendes" - Acre. Botucatu: CEPLAN/UNESP, 1997. 165p.

Foto: http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/plantas-medicinais-copaiba.html

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Astrapeia-de-Nairobi.

(Dombeya naiorobensis)

É uma arvoreta rústica de crescimento rápido, ideal para o cultivo em parques e jardins. Atinge até 6m de altura e apresenta grandes inflorescências rosa-claras durante o inverno. Quando secam, as flores adquirem cor de palha e podem ser usadas em arranjos florais para decoração da casa.


A astrapeia-de-Nairobi é originária do Quênia, é típica de clima tropical.Multiplica-se por estacas e alporques e deve ser cultivada em solo fértil.



Fonte: Revista Natureza, Página:9, Editora Europa, Ed:271, Agosto de 2010
FOTOS : http://www.apicultura.com.br/viewtopic.php?f=7&t=986

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Paineirinha - vermelha ( Spirotheca passifloroides)

          Paineirinha - vermelha ( Spirotheca passifloroides)

           Trata-se de uma árvore brasileiríssima, nativa da mata atlântica dos estados de São Paulo, Paraná, e Santa Catarina. Mesmo assim, dificilmente é vista em viveiros que comercializam mudas nativas.
Ainda rara no paisagismo, a paineirinha-vermelha tem porte de até 9m de altura e copa piramidal. Durante o inverno, perde suas folhas e ao longo dos galhos surgem flores vermelhas que lembram a florada do maracujá.
        



               É uma árvore ideal para arborização urbana e para o plantio em jardins e parques. Aprecia solo rico em matéria orgânica, úmido e deve receber sol pleno. O clima ideal é o subtropical, mas tolera o clima tropical úmido de algumas regiões do Brasil.
A propagação da espécie é feita por sementes, mudas podem ser encontradas na Márcia Novaes Paisagismo, (http://www.marcianovaes.com.br/) por R$30,00 cada.




FONTE: Revista Natureza, Ed: 271, Agosto de 2010.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Eucalipto Vermelho ou (Corymbia ficifolia)





Nativo de uma região, próxima a cidade de Walpole, na Austrália, o Eucalipto Vermelho "explode" com suas inflorescências de inúmeras flores vermelhas ao longo do verão. Podem ser brancas ou rosas e graças a elas, a planta é cultivada em parques e jardins, isolada ou em grupos. Árvore típica de clima subtropical, apresenta crescimento lento, e alcança até 15 m de altura. Prefere solo arenoso com cascalho, mas se adapta a outros tipos.

FONTE: Revista Natureza, Pág:11, Ed:277, Janeiro de 2011

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Árvore-guarda-chuva.




Nome Científico: Schefflera actinophylla


Sinonímia: Brassaia actinophylla, Allophylus actinophylla

Nome Popular: Árvore-guarda-chuva, Cheflera, Árvore-polvo, Brassaia, Cheflera-da-folha-grande

Família: Araliaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Austrália, Nova Guiné, Java

Ciclo de Vida: Perene

A árvore-guarda-chuva é uma planta nativa de florestas tropicais úmidas da Indonésia e Oceania. Apresenta tronco ereto, único ou pouco ramificado, e raízes agressivas e superficiais, que afloram a superfície do solo nas árvores mais velhas. Suas folhas são grandes, compostas, digitadas, com sete folíolos pêndulos, elípticos a ovalados, brilhantes, de cor verde escura e textura semelhante ao couro. As inflorescências surgem no final da primavera e início do verão e são muito grandes e vistosas, despontando acima da folhagem. Elas são do tipo rácemo, com longas divisões recobertas por mais de mil flores pequenas, de cor vermelha. Os frutos que se seguem são globosos, pequenos e vermelhos, contendo 10 a 12 sementes com formato de rim. Tanto as flores como os frutos são muito atrativos para as aves silvestres, que se banqueteiam com o néctar abundante e polpa suculenta. A dispersão é feita pelos pássaros, e as sementes são capazes de germinar nos galhos de outras árvores, tornando-se epífitas.

A Árvore-polvo, como também é chamada, é bastante versátil. Ela pode ser plantado no jardim, cumprindo seu papel de árvore, ou pode ser conduzida em vasos, quando jovem, servindo como uma bela folhagem para adornar interiores. Sua tolerância à pouca luz, a tornam uma planta especial para esta função. No entanto, caso for utilizada em interiores, o ideal é posicioná-la em local bem iluminado, preferencialmente que pegue o sol da manhã ou da tarde, e protegida de correntes de ar ou ar-condicionado. Além da espécie típica, há duas variedades, a "Nova", com folíolos recortados e a "Variegata", com folíolos manchados de cor creme. Por sua fácil e ampla propagação, esta espécie pode se tornar invasiva em determinadas situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação ou caso esteja em vaso. É uma planta muito rústica, que dificilmente adoece. É tolerante ao frio e a curtos períodos de estiagem. Não tolera geadas fortes, por isso deve-se evitar plantá-la em jardins de clima temperado. Multiplica-se por sementes, alporques e estaquia dos ramos.

Autor: Raquel Patro

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/schefflera_actinophylla.php

sábado, 28 de maio de 2011

Magnólia - Branca (Magnolia x soulangeana "Alba superba").

No Inverno, esta arvoreta apresenta uma exuberante florada, com a planta totalmente desprovida de folhas. As flores são grandes, brancas e perfumadas, em forma de tulipa. Pode ser cultivada como arbustoe , quando adulta, alcança de 5M de altura. Típica de clima temperado, vai bem em locais de clima temperado quente e subtropical serrano. A reprodução é por alporquia ou enxertia.



FONTE: Paisagismo para Pequenos Espaços; Ed: Europa; Página:77; Ano: 2010.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Jacarandá - Mimoso.






Embora seja uma especie típica da Argentina, Bolivia e Paraguai, o jacarandá - mimoso(Jacaranda mimosifolia) é cultivado em muitas partes do mundo. Primeiro , porque é uma árvore rústica que suporta tanto clima subtropical quanto tropical ameno. Depois, devido a exuberância de sua intensa florada. Grandes em forma de sino e azul - violeta, as flores surgem em grande quantidade na primavera e inicio do verão, em geral quando a copa está desprovida de folhas. O espetáculo, pode ser apreciado de longe, já que a espécie atinge até 15m de altura. " Por isso, é muito utlizada no paisagismo de grandes parques e grandes jardins, e também na arborização de ruas largas e grandes avenidas" diz o engenheiro agrônomo Ronan Pereira Machado.
Quando não está florido, o jacarandá-mimoso apresenta uma copa de aparência delicada , formada por poucos ramos longos e folhas de cerca de 40 cm de comprimento, compostas por inúmeros folíolos - folhas diminutas - verde -claros. Seu tronco apresenta uma casca grossa e pardo- acinzentada, que se desprende  em lascas retangulares.
"Por apresentar crescimento rápido - em dois anos atinge até 3m de altura - é indicado tutorar a muda, pois seu tronco entorta com facilidade", aconselha o profissional.

FONTE: Revista Natureza, ed;266, Pág:25, Ed: Europa.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Jasmin Manga ou (Plumeria rubra).












Nome Científico: Plumeria rubra
Sinonímia: Plumeria aurantia
Nome Popular: Jasmim-manga, frangipane, árvore-pagode, plumélia, jasmim-de-são-josé, jasmim-do-pará, jasmim-de-caiena
Família: Apocynaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Tropical
Ciclo de Vida: Perene


O jasmim-manga é uma árvore encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. Seus caule e ramos são bastante robustos e apresentam uma seiva leitosa e tóxica se ingerida. As folhas são grandes, largas e brilhantes e caem no outono-inverno. A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera, com a sucessiva formação de flores de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. Está disponível no mercado uma forma variegada da planta.

Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil, leve e bem drenado. Não é tolerante ao frio e às geadas. Pode ser cultivada isolada ou em grupos, em amplos espaços, preferencialmente longe de dormitórios devido ao forte perfume. Multiplica-se por estaquia.

FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/plumeria_rubra.php

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sangra d' água ou (Croton urucuana).














Encontrada com bastante frequência na região. Ocorre especialmente nas margens de cursos d'agua e lagoas.
Árvore de pequeno a médio porte, 3 a 15 metros de altura. Conforme se vê na imagem, tem um aspecto peculiar com as folhas velhas vermelhas ou alaranjadas. Folhas simples, com formato de lança, haste comprida, 12 cm. Flores em cacho voltado para cima, brancas, muito atrativas para insetos e beija flores. Fruto redondo tripartido, 0,5 a 1 cm, superfície árpera. Abre-se em tres partes, expulsando as pequenas sementes, que são procuradas pela fauna.

Ocupa facilmente espaços em regiões degradadas pois seu crescimento é rápido, floresce em Janeiro. Frutos maduros de Agosto a Setembro.
Apesar de ainda estar em estudo o látex desse árvore é usado para tratar feridas.

Fonte:http://www.arvores.brasil.nom.br/new/sangradagua/index.htm

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Roda-de-Fogo (Stenoarpus sinuatrus)





Nativa da Austrália, a árvore apresenta flores muito exótica que surgem sucessivamente do verão ao outono. Elas não apresentam pétalas, mas inúmeros estames vermelhos com antenas amarelas, dispostos em círculo. Isso faz com que pareçam chamas - vem daí seu nome popular roda-de-fogo. Típica de clima tropical mas tolerante a clima subtropical ameno, a planta atinge, em média 9m no Brasil, enquanto na Austrália chega a 30m.

Fonte: Revista Natureza; Ed;268, Ano;23 , Maio de 2010, Pág;9.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

GUAPURUVU OU Schizolobium parahyba.




Com até 30M de altura, essa árvore nativa da Mata Altântica brasileira é muito imponente. Ela chama ainda mais atenção no inverno e na primavera, quando está desprovida de folhas, mas repleta de inflorecências espigadas e amarelas. Devido ao seu porte, o guapuruvu costuma ser cultivado em parques, praças ou grandes jardins sempre longe de áreas de construções. Isso porque seus ramos são frágeis e costumam quebrar com chuvas torrenciais e ventanias. Propaga-se por sementes e pode ser plantado em todo Brasil.

Fonte: Revista Natureza, Ed;272, Pag;9 , Setembro de 2010.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Schizolobium parahyba ou Guapuruvu



Nome Científico: Schizolobium parahyba
Sinonímia: Caesalpinia parahyba, Cassia parahyba, Schizolobium amazonicum, Schizolobium excelsum, Schizolobium glutinosum, Schizolobium kellermanii
Nome Popular: Guapuruvu, Bacurubu, Bacuruvu, Badarra, Bacuruva, Birosca, Faveira, Ficheira, Gapuruvu, Garapuvu, Guarapuvu, Guavirovo, Gabiruvu, Igarapobu, Pau-de-vintém, Pataqueira, Pau-de-canoa, Paricá, Pau-de-tamanco, Guapiruvu
Família: Fabaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
O guapuruvu é uma árvore decídua de grande porte, podendo atingir facilmente 30 metros de altura. Ela ocorre naturalmente na floresta ombrófila densa e estacional decidual. Seu tronco é retilíneo, com ramificações apenas no alto. A casca é cinzenta, com cicatrizes provocadas pela queda das folhas e lenticelas. Sua copa é alta e aberta, de pouca sombra. As folhas são alternas, grandes, com cerca de 1 metro de comprimento, e caem com o passar do tempo. Elas são compostas bipinadas, com folíolos pequenos, elípticos e opostos. As inflorescências surgem de agosto a novembro, em numerosos cachos densos, eretos, de flores amarelas e muito vistosas. Os frutos amadurecem no outono e são vagens bivalvas, de forma obovada e cor parda. Cada um carrega apenas uma semente grande, lisa, oblonga e rígida, envolta por uma asa papirácea que se dispersa pelos ventos.

O guapuruvu é uma árvore de crescimento impressionante. Ela é apropriada para jardins extensos, assim como parques e praças, modificando em poucos anos a paisagem. Além do aspecto escultural de seu caule e copa, esta bela árvore ainda nos presenteia com uma floração espetacular. Sua madeira é clara, leve e macia, prestando-se para a caixotaria, artesanato, construção civil e fabricação de canoas. Estuda-se também sua utilização como fonte de celulose. É uma espécie pioneira, indicada para recuperação inicial de áreas degradadas. Sua floração é atrativa para as abelhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Planta higrófita, prefere locais úmidos como as margens dos rios e é capaz de tolerar encharcamento. Multiplica-se por sementes, sendo interessante a quebra da dormência através da escarificação mecânica (o tegumento da semente deve ser desgastado no lado oposto ao hilo), escarificação em ácido sulfúrico ou imersão em água quente. As sementes permanecem viáveis por muitos anos se armazenadas em local arejado e fresco.

FONTE:http://www.jardineiro.net/br/banco/schizolobium_parahyba.php

sábado, 10 de julho de 2010

Moringa oleífera




Moringa oleifera pertence à família Moringaceae, que é composta apenas de um gênero (Moringa) e quatorze espécies conhecidas. Nativa do Norte da Índia, cresce atualmente em vários países dos trópicos. É um arbusto ou árvore de pequeno porte, de crescimento rápido, que alcança 12m. de altura. Possui uma copa aberta, em forma de sombrinha e usualmente um único tronco. As flores que emergem em panículas,são de cor creme, perfumadas, muito procuradas pelas abelhas.

A planta é conhecida por vários nomes comuns, de acordo com os diferentes usos. Para alguns, é conhecida como 'baqueta' em razão da forma dos seus frutos que representam um alimento básico na Índia e na África. Em algumas partes do oeste da África, é conhecida como "a melhor amiga da mãe" como uma indicação de que a população local conhece muito bem todo o seu valor. A planta produz uma diversidade de produtos valiosos dos quais as comunidades locais fazem uso por centenas, talvez milhares de anos.

Os frutos verdes, folhas, flores e sementes torradas são altamente nutritivos e consumidos em muitas partes do mundo. O óleo obtido das sementes da Moringa pode ser usado no preparo de alimentos, na fabricação de sabonetes, cosméticos e como combustível para lamparinas. A pasta resultante da extração do óleo das sementes pode ser usada como um condicionador do solo, fertilizante ou ainda na alimentação animal. Na Índia, todas as partes da planta são usadas na medicina natural, porém, a química e a farmacologia das diferentes partes da planta são ainda pouco conhecidas. Em virtude da falta de dados científicos referentes às propriedades medicinais da planta nenhuma recomendação de uso pode ser feita neste sentido.
A Moringa pode ser facilmente propagada por sementes ou por estacas. As sementes podem ser plantadas diretamente no local definitivo ou em sementeiras. Não há necessidade de nenhum tratamento prévio. A planta requer poucos tratos culturais e cresce rapidamente até uma altura de 4m. no primeiro ano. Em condições favoráveis, uma única planta pode produzir de 50 a 70 kg de frutos/ano. É uma das plantas mais úteis para a as regiões semi-áridas.
Na Índia e na África, a Moringa é encontrada crescendo em áreas próximas à cozinha e em quintais, onde as folhas são colhidas diariamente para uso em sopas, molhos e saladas. Possuem um alto conteúdo de proteína (27%) e são ricas em vitamina A e C, cálcio, ferro e fósforo. Nas regiões secas, o cultivo da Moringa é vantajoso uma vez que suas folhas podem ser colhidas quando nenhum outro vegetal fresco está disponível. As flores, só devem ser consumidas cozidas, fritas na manteiga ou misturadas a outros alimentos. Os frutos verdes são também muito nutritivos, contendo todos os aminoácidos e são preparados de forma similar às ervilhas verdes, possuindo um sabor próximo ao dos aspargos.
A análise bromatológica das sementes de Moringa, realizada no Laboratório de Nutrição Animal da Embrapa Tabuleiros Costeiros, mostrou teores de 26% de óleo, 27% de proteína e 44% de digestibilidade. Para o resíduo das sementes após a extração do óleo, o teor de proteína subiu para 34% e a digestibilidade para 56%. Estes resultados são bem promissores quando se visa o uso do resíduo das sementes na nutrição animal.

PURIFICADOR NATURAL
Em alguns países em desenvolvimento, a água dos rios utilizada para consumo humano e uso doméstico em geral, pode ser altamente túrbida, particularmente na estação chuvosa, contendo material sólido em suspensão, bactérias e outros microrganismos. A cada ano, milhões de crianças poderão morrer nesses países, vítimas de infeções causadas por água impura. É necessário que se remova a maior quantidade possível desses materiais antes de usá-la para consumo. Normalmente isso é obtido pela adição de coagulantes químicos, dentro de uma seqüência de tratamento controlado. Coagulantes químicos, tais como o sulfato de alumínio, às vezes não estão disponíveis a um preço razoável para as populações dos países em desenvolvimento. Uma alternativa é o uso de coagulantes naturais, geralmente de origem vegetal, para promover a coagulação de tais partículas.
As descobertas recentes do uso de sementes trituradas de M. oleifera para a purificação de água, a um custo de apenas uma fração do tratamento químico convencional, constitui uma alternativa da mais alta importância. Em relação à remoção de bactérias, reduções na ordem de 90-99% têm sido relatadas na literatura. Deve ser observado, porém, que o uso do tratamento com sementes, assim como o de outros coagulantes naturais e químicos, não produz água purificada. O risco de infecção pode ser altamente reduzido e a água passa a ser considerada potável. Portanto, alguma forma de desinfecção, tal como fervura, é recomendada.
Em um projeto piloto para tratamento de água em Malawi, na África, foi constatado que enquanto o alumínio é eficiente como coagulante apenas em uma faixa restrita de níveis de pH da água a ser tratada, as sementes de Moringa atuam independentemente do pH, constituindo-se em uma vantagem a mais em países em desenvolvimento, onde normalmente não é possível controlar efetivamente o pH antes da coagulação. Tais sementes podem ser usadas no tratamento de água, abrindo possibilidades que asseguram que os países emergentes possam ter água saudável, limpa e potável e para o uso doméstico. Poderão, sem duvida, se transformar numa solução para reduzir a incidência de doenças provocadas por água impura, que representam uma das principais causas que levam à alta incidência de morte.
Há relatos, na literatura, da introdução de M. oleifera em alguns estados do Brasil a partir de 1950. Porém, como o seu potencial não era bem conhecido, a planta foi usada apenas como ornamental.
A Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju, Sergipe, em um trabalho pioneiro, vem realizando um estudo preliminar com plantas de M. oleifera, relativo ao seu comportamento nas condições climáticas da região. O interesse pela potencialidade da planta vem crescendo consideravelmente na comunidade e um programa de produção de mudas já está em andamento. O plantio de mudas de M. oleifera nas estações experimentais deste Centro também já foi iniciado para que se constituam bancos de semente de futuros de programas de aproveitamento da planta como fonte de alimento e purificador natural de água para as populações das áreas sujeitas à secas.


FONTE: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A10moringa.htm

Estamos de volta !!!

Boa tarde Pessoal, sei que andei meio sumido !!!  Estamos no facebook.com/ocultivoavida Agora estou cuidando mais da parte de Recuper...